Depois de andar a fazer voz grossa durante um par de semanas, Nuno Crato cede aos professores e mostra que nem sob intervenção externa o Estado português é reformável. A Troika percebe-o e, porque se não vai pelo anafado sector público, tem que ir pelo esganado sector privado, avança as propostas de diminuir o salário mínimo e cortar ainda mais nas indemnizações por despedimento. O Ministro das Finanças também o percebe e demite-se. Que a sua substituta esteja debaixo de fogo por causa dos contratos swap e não tenha peso no universo político interno nem no universo financeiro externo é, numa visão global das coisas, quase irrelevante.
Tudo correrá bem
escafandro,

Estou aqui estou aí.
Não se apresse. Não está a gostar das ilhas gregas?
O dever acima de tudo.
A Moody’s acaba de classificar a Agencia de Comentadores Marcelo & Mendes, SARL, como lixo tóxico… por não ter previsto esta tragédia grega!
Judite de Sousa está inconsolável!
Considerando que Gaspar começou a pedir a demissão em Outubro do ano passado, a notação parece-me amplamente justificada. Marques e Marcelo devem ter as bolas de cristal sujas. Talvez a Judite lhas possa… nah, evitemos as bocas foleiras.
Seja como for, julgo que a tragédia grega está hoje acima das possibilidades dos portugueses. O nosso campo é mais a lírica.
palavras para quê, é um (são dois) artista(s) português(es)…
http://expresso.sapo.pt/barroso-admira-q uem-aceita-ser-ministro-das-financas-em-p ortugal=f817661
são coisas destas que todos esperamos ouvir de presidente da UE, ou nUE?
Sim, verdades banais irritam.
Porventura, a maior reforma estrutural de toda a economia portuguesa adviria dos múltiplos efeitos da alteração da TSU, mas o Conselho da Revolução persiste nas mentes pós-abrilistas. Todas as outras medidas, incluindo a afamada reforma do Estado, esbarram-se no Tribunal Constitucional, essoutro Conselho pró-Tributário.
T- parece que amanhã o calorzinho regressa em força… -S – e andavam praí a dizer qu’ia ser o Verão mais frio dos últimos duzentos anos… – U? Disfarce, homem, disfarce. Há certos termos que até o FMI já percebeu não se poderem usar. Think inside the box, tá?