Há pessoas que, não tendo esse bom hábito, quando fazem a sesta, dormem demais. O segredo está em sessões curtas, quinze minutos a meia hora, não mais. Desculpe a arrogância da lição, mas considero-me um especialista. Resisti a décadas de incompreensão e a demasiados sarcasmos daqueles que não fazem a sesta. Quando muito, admitem “descansar”. E boas sestas, sem remorsos. Somos mediterrânicos, de país onde os termómetros ultrapassam frequentemente os 40 graus à sombra. Não somos germânicos calvinistas.
Tal e qual, meu caro. Eu aprendi a cultivar esse habito tão saudável com os mais antigos, na minha Beira de origem. Hábito que reencontrei, bem enraizado na China, quando vivi dez anos no Oriente: o calor húmido aconselhava a um mini-sono ao início da tarde. Como diz, e bem, entre quinze minutos e meia hora, no máximo. Nada mais retemperador. Tem tudo a ver com o nosso biorritmo.
Quem me dera gostar, mas detesto a ressaca que se segue.
Hum…
Há pessoas que, não tendo esse bom hábito, quando fazem a sesta, dormem demais. O segredo está em sessões curtas, quinze minutos a meia hora, não mais. Desculpe a arrogância da lição, mas considero-me um especialista.
Resisti a décadas de incompreensão e a demasiados sarcasmos daqueles que não fazem a sesta. Quando muito, admitem “descansar”.
E boas sestas, sem remorsos. Somos mediterrânicos, de país onde os termómetros ultrapassam frequentemente os 40 graus à sombra. Não somos germânicos calvinistas.
Tal e qual, meu caro. Eu aprendi a cultivar esse habito tão saudável com os mais antigos, na minha Beira de origem. Hábito que reencontrei, bem enraizado na China, quando vivi dez anos no Oriente: o calor húmido aconselhava a um mini-sono ao início da tarde. Como diz, e bem, entre quinze minutos e meia hora, no máximo.
Nada mais retemperador. Tem tudo a ver com o nosso biorritmo.
Zzzzz
Hummmm…
Nunca consegui, só em casos extremos. Desde que me conheço, adormeci não mais que três vezes, durante a tarde.
Hábitos meridionais, Cristina…