Eu já li uns aforismos da autoria deste sr Chesterton, e também sei que ele se converteu ao catolicismo, e de tudo isso só posso concluir que o sr Chesterton é um dos disparates do mundo.
Este texto é particularmente inspirado. Pena é a edição ser um bocado fraca. Os livros dessa editora não gostam de ser abertos muitas vezes, desfazem-se. É pena, de facto.
Já o tenho. Já comecei a lei. Estou a gostar, claro. As páginas, até agora, ainda não se soltaram. Mas obrigado pelo aviso, Panurgo: terei cuidado acrescido para que isso não aconteça.
Sou um grande apreciador do Chesterton, um erudito a transbordar de alegria e de riso, uma coisa rara. Tenho uma adoração pelo Homem que Era Quinta-feira, um dos meus livros na época das borbulhas. Você quando acabar essa leitura, estou certo de que iria gostar duma das grandes influências dele, o George Macdonald. São dele os Unspoken Sermons, uma coisa do outro mundo, palavra.
Tendo em conta que o autor viveu entre 1874 e 1936 e que o livro (uma colecção de ensaios) foi escrito em 1910 , também me parece que quem não tem a capacidade de se colocar “à época” mais valia não os comentar (nem ao livro quanto mais ao autor).
Eu já li uns aforismos da autoria deste sr Chesterton, e também sei que ele se converteu ao catolicismo, e de tudo isso só posso concluir que o sr Chesterton é um dos disparates do mundo.
Já você, Lavoura, tem uma dimensão mais modesta: é só um disparate português.
Este texto é particularmente inspirado. Pena é a edição ser um bocado fraca. Os livros dessa editora não gostam de ser abertos muitas vezes, desfazem-se. É pena, de facto.
Já o tenho. Já comecei a lei. Estou a gostar, claro. As páginas, até agora, ainda não se soltaram. Mas obrigado pelo aviso, Panurgo: terei cuidado acrescido para que isso não aconteça.
Sou um grande apreciador do Chesterton, um erudito a transbordar de alegria e de riso, uma coisa rara. Tenho uma adoração pelo Homem que Era Quinta-feira, um dos meus livros na época das borbulhas. Você quando acabar essa leitura, estou certo de que iria gostar duma das grandes influências dele, o George Macdonald. São dele os Unspoken Sermons, uma coisa do outro mundo, palavra.
Também sou leitor atento de Chesterton. Sempre com proveito.
Tendo em conta que o autor viveu entre 1874 e 1936 e que o livro (uma colecção de ensaios) foi escrito em 1910 , também me parece que quem não tem a capacidade de se colocar “à época” mais valia não os comentar (nem ao livro quanto mais ao autor).
Pois…