Não conheço o de Hiroxima. Estive no memorial atómico de Nagasáqui, o local mais impressionante que visitei até hoje – a par do antigo campo de extermínio Auschwitz-Birkenau. Não conseguimos proferir uma palavra em locais como estes. O filme do Resnais cruza as memórias dolorosas da França ocupada pelos nazis com as da primeira bomba atómica americana no Japão de forma absolutamente admirável. Esta frase fica-nos inscrita na memória.
Deixei essa frase escrita no livro de presenças do museu.
Não conheço o de Hiroxima. Estive no memorial atómico de Nagasáqui, o local mais impressionante que visitei até hoje – a par do antigo campo de extermínio Auschwitz-Birkenau. Não conseguimos proferir uma palavra em locais como estes. O filme do Resnais cruza as memórias dolorosas da França ocupada pelos nazis com as da primeira bomba atómica americana no Japão de forma absolutamente admirável. Esta frase fica-nos inscrita na memória.
O filme é uma obra de arte pela originalidade, subtileza e beleza narrativas. Hipnótico.
E o texto de Marguerite Duras adequa-se muito bem ao filme. Ninguém diria que ‘Hiroxima, Meu Amor’ já tem 50 anos.
Nunca vi! Parece impossível mas passa-se em pleno séc. XXI com uma tipa que até devia saber estas coisas. Enfim… a eterna promessa de ver um dia.
O filme é magnífico.