12 comentários em “Resistência activa ao aborto ortográfico (46)”

    1. O seu proselitismo é admirável. Mas não precisava de se esforçar tanto: bastaria ler a hiperligação do sítio da Universidade, que aqui lhe deixo com todo o gosto. A resistência ao disparate faz-se de muitas formas. E votos de boa Páscoa.

      1. Pedro, comparar o meu proselitismo com o seu eh como comparar o Oeiras com o Tejo.

        Mas vamos ao que interessa: apenas os documentos antigos da UM e do site estão em ortografia antiga. Tudo o mais, está em ortografia atual, no cumprimento da Lei.
        Com táticas dessas vc ainda nos consegue demonstrar que só há prémios nobel atribuídos a portugueses. Assim vai o desacordismo.

    1. Julguei que não precisava de explicar pois deixei pistas suficientes, Carlos. Mas aqui vai.

      Basta clicar na ligação que deixo disponível. Logo n página principal do sítio da Universidade: “AcÇão social”; “Gab. de Apoio a ProjeCtos”.
      Cliquemos agora “U. Minho”: “A Universidade do Minho está aCtualmente entre as mais prestigiadas instituições…”
      Cliquemos “Investigar”: “A Universidade do Minho assume a produção de conhecimento científico como eixo estruturante da sua aCção…”
      Cliquemos “Viver”: “… uma vivência aCtual e cosmopolita.”

      Já basta como amostra. Em português correCto.
      Um abraço e boa Páscoa.

      1. O PC está a confundir páginas antigas, ou palavras de entrada antigas, com “resistência aCtiva ao AO”. Parece-me que percebeu isso. Mas, sem confusões e trapalhadas, os poucos ainda seriam menos. Nada de novo, nada de grave.

        Entretanto, o PC diz-me que escreve em “português correCto”. Mas correto para quem? Para Eça, que escreveu “portuguez” em vez de “português”? Ou para Camilo que escreveu “poz” em vez de “pôs”? Ou para Julio Diniz que escreveu “commoda” em vez de “cómoda”?
        É tudo isso resulta em caraterísticas desacordistas divertidas : uma, imaginarem que o português teve sempre a mesma ortografia; a outra, imaginarem que o destino os fez aprender a escrever na ortografia perfeita e imutável, tudo o que ficou antes e depois é imperfeito.
        Pois continuem, continuem a pôr-se a jeito, que nós agradecemos.

        1. O seu conceito de “antigo”, PP, equivale ao meu de moderno. Já dei suficientes exemplos na resposta ao Carlos sobre a página – actual, presente, deste mesmo dia em que lhe escrevo – da UdM na Net para dispensar mais considerações.
          Você saca do Júlio Dinis e do Eça, mais rápido do que a própria sombra. Que poderei eu fazer neste duelo desigual entre a sua erudição e a minha ignorância? Apenas atirar-lhe umas amêndoas e reiterar-lhe os meus votos de feliz Páscoa.

      2. Pedro, pois, não cheguei lá… — burrice minha. Em todo o caso, posso dizer-lhe que desde Janeiro de 2012 obrigam os mestrandos e os doutorandos da instituição a entregar as dissertações e as teses escritas de acordo com o acordo ortográfico. Sei o que digo porque sucedeu comigo. O que só torna a página escrita em português correCto (estamos de acordo quanto ao acordo) um assunto muito grave (falta de coerência e coisa e tal, embora eu, conhecendo muito bem a instituição, quase lhe possa jurar que é tão-só desleixo: ainda não aCtualizaram a página).
        Um abraço e boa Páscoa.

        1. Admito que sim, Carlos. Atitude típica portuguesa, de resto: nunca pôr os ovos todos no mesmo cesto. Por cálculo ou por desleixo – eis uma antiga originalidade nossa.
          Um abraço amigo.

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