Não sei se a ideia fazer Sócrates regressar aos seus idos de paineleiro* televisivo neste início de Primavera de 2013 tem como objectivo servir de cortina de fumo/balão de oxigénio ao (des)Governo ou de argumento a favor da necessidade de privatizar a RTP (arrisca-se a ser bem sucedida em ambas as frentes). Mas serve para ilustrar na perfeição quase todos os problemas do comentário político em Portugal.
*A expressão, muito oportuna, foi cunhada pelo João Gonçalves

Boa síntese, João.
Já reparaste que apareceram entretanto notícias a dizer que a participação de Sócrates no programa da RTP não vai ser paga? 🙂
Pura magnanimidade.
Pena é que JG não apreciasse chamar paineleiro televisivo a outro cromo da nossa democracia, o Santana Flops, cujas passadas paineleirices com esse tal Sócrates ainda estarão na memória de alguns, como eu.
Eu também me lembro desse duo – daí recuperar uma expressão que sempre me pareceu muito boa. Mas quer mesmo comparar Santana Lopes a Sócrates?
Santana Lopes não é aquele que queria governar o país mas sempre viveu à custa de mulheres?
A paternidade da bela expressão Paineleiro tem de ser atribuida ao saudoso alfredo farinha ,para designar os comentadores da treta do futebol k começavam a enxamear a tv portuguesa.praga pior k os gafanhotos
É uma bela expressão, não é? Não questiono o que diz – simplesmente ouvi-a primeiro vinda do João Gonçalves.
Voltou a “Socratesfobia”.
http://aportadofundo.blogspot.pt/2013/03/a-s ombra-de-socrates-ainda-faz-mexer.html
Deixem o homem falar! Quem não o quiser ouvir……….muda de canal! Eu quero e mereço. Não gosto do “homem” mas, por favor, não entrem em palhaçadas. Todos temos direito a defender-mo-nos…. Pelo que vou vendo, lendo e apreendendo já percebi que ele NÃO É TÃO CULPADO como querem fazer querer. É só olhar à nossa volta. A Europa está TODA NA M….!!!!!!!Palhaços/irresponsáveis/obed ientes, não somos só nós(embora façamos parte do “filme”), mas todos.
Prometo escutá-lo atentamente, mas se começo a ouvir muitas vezes, o “lá em França”, o “eu em Paris”, ou “parafraseando Aristóteles”, mudo logo para a Sic.
Eu garanto que não o irei ouvir. A vida é curta, e aturar o Ingenheiro não encaixa em nenhuma noção de “carpe diem”.