Ontem, no rescaldo dos resultados eleitorais em Itália, Peer Steinbrück, candidato do SPD e rival de Angela Merkel nas eleições gerais alemãs de Setembro, disse-se “chocado com a vitória de dois palhaços”, referindo-se a Beppe Grillo e Silvio Berlusconi, tendo ainda classificado este último como um “palhaço com uma pitada de testosterona”.
Não percebo qual a diferença entre os palhaços de Itália e os Ingleses (Cameron não sabe a diferença entre dívida e deficit), os Franceses, os Portugueses, os Espanhóis, ou Americanos (Obama dixit: a America não tem um problema de gastos excessivos).
originalidade?… italiana?
por favor, até parece que não se apercebe do que se passa à sua volta.
então e nós por cá, que até temos um “magoo” das finanças, que nos foi vendido como “mago das finanças”?
http://www.youtube.com/watch?v=t8GTHXTEv Ic
O pior é que, goste-se ou não do euro e do que à pala dos problemas dele tem acontecido, o desagregar da zona euro ainda seria muito, mas muito pior.
Ontem, no rescaldo dos resultados eleitorais em Itália, Peer Steinbrück, candidato do SPD e rival de Angela Merkel nas eleições gerais alemãs de Setembro, disse-se “chocado com a vitória de dois palhaços”, referindo-se a Beppe Grillo e Silvio Berlusconi, tendo ainda classificado este último como um “palhaço com uma pitada de testosterona”.
Não percebo qual a diferença entre os palhaços de Itália e os Ingleses (Cameron não sabe a diferença entre dívida e deficit), os Franceses, os Portugueses, os Espanhóis, ou Americanos (Obama dixit: a America não tem um problema de gastos excessivos).
Alguém me elucide…
Elucidava, mas não vale a pena.
Nem precisamos de olhar lá para fora. O panorama interno chega-nos. Como diria o Zeca Afonso, “O que faz falta é animar a malta”.
Só não concordo com o titulo pois que a abundância de palhaços e a falta de dinheiro está longe de ser uma originalidade italiana …