Sociedade Civil Solidária


fiodeprumo,

Não costumo fazer parte de “movimentos”. Abro raríssimas excepções, desde que os mesmos partam da sociedade civil, não tenham qualquer conotação política e envolvam objectivos e pessoas confiáveis. Julgo que esta poderá ser uma das poucas vantagens de se ser conhecido: dar rosto por uma causa em que se acredita


O
 Movimento Sociedade Civil Solidária pretende lançar um apelo, a nível nacional, tendo em vista maior justiça social, respeito pela dignidade humana e pelo bem comum, e drástica redução das desigualdades e da pobreza.

Foi apresentado ao público no dia 30 de Maio, no Centro Cultural de Belém. Apesar de já contar com o apoio da Cruz Vermelha Portuguesa, acabou por não ter tido grande visibilidade. Daí ter-se chegado à conclusão de que se tornava urgente, agora, dinamizar várias iniciativas na comunicação social. O que se fez como um pequeno filme de 30 segundos e várias entrevistas, a explicar melhor como todos poderão participar e dar  o seu apoio. O qual será sempre a nível nacional, e em diferentes áreas nomeadamente, restaurantes e lojas solidárias, apoio a desempregados, famílias em situação difícil e outras situações de graves carências.

Todos os portugueses poderão participar, com pequenas ou grandes contribuições, através:

1. Do NIB 003603249910000923653 do Montepio Geral, atribuído a uma conta em nome de Sociedade Civil Solidária.
2. Do site: http://www.scsolidaria.org/ 
3. De chamadas de VA para o n.º 760 105 010

4. Ou visitar-nos no Facebook no:

https://www.facebook.com/MovimentoSociedadeCivilSolidaria onde poderá criar uma grande rede de amigos e pedir maior apoio. Por questões técnicas este é o actual endereço no Facebook.

 

Como foi referido no Manifesto, o que se pretende é colocar ao dispor de todos os portugueses um meio prático de expressarem a sua solidariedade.
Acreditamos, que este Movimento “Sociedade Civil Solidária” poderá constituir, com a generosidade e a participação de todos, um meio dessa sociedade civil se expressar de  uma forma activa, dinâmica, generosa e verdadeiramente solidária.

Contam, assim, aqueles que neste movimento se empenharam, com a ajuda de todos!

Eu sei que existirá sempre quem olhe este tipo de actuação como uma forma de caridadezinha desculpabilizadora dos vários responsáveis por este estado de coisas. Esses nada farão. Nós tentaremos, apesar disso, não ficarmos indiferentes às mais básicas carências daqueles que, nesta altura, só querem é poder ser ajudados. Venha essa ajuda de onde vier.

 

8 comentários em “Sociedade Civil Solidária”

    1. Caro Luis Lavoura
      Dos comentários que regularmente publica aqui no DO nunca li nenhum que não tivesse uma crítica implícita. Neste, são as “acções gastadoras de dinheiro”. Se tivesse consultado alguma coisa sobre o Movimento saberia que se não trata apenas de dinheiro. Mas também.
      Pois gastaremos com remédios, com comida, com roupa, com dívidas, com uma infinidade de carencias e dificuldades que o dinheiro que tivermos possa atenuar. Mas pode não dar dinheiro e dar tempo ou capacidade de trabalho. Para quê? Para aquilo de que o seu semelhante menos afortunado pode precisar.
      Pouco? Idiota? Bacoca? Talvez.
      As pessoas que lá estão não lhe agradam? É natural. E é sinal de diversidade. Não gosta de ninguém? Aí é preciso ver “onde” reside o mal. Se no Movimento ou em si.
      Não pretendo ser considerada santa. Apenas alguém que se preocupa com os outros, que não os seus.

      1. Helena,
        eu apenas fiz uma pergunta e você parece ter ficado ofendida. Vem-me dizer que eu critiquei quando eu não critiquei absolutamente nada, só fiz uma pergunta.
        Mais uma vez pergunto concretamente o que é que esse Movimento faz, onde faz, a quem faz. Como é natural, antes de doar dinheiro as pessoas gostam de saber esse tipo de coisas.

  1. O João André começa por criticar Francisco José Viegas por ele refletir sobre o debate em vez de propôr medidas concretas, e acaba a fazer precisamente o mesmo – a não propôr medidas concretas, apenas refletir sobre o debate.

  2. Ai de mim. Deu-me para ler a quase ilegível lista azul, encontrei lá Januário Torgal Ferreira, e fiquei arrepiado, quase vacinado… Será uma irrelevância, eu sei, mas as intervenções desse indivíduo têm sido de um desbocamento tal que, pelo menos, se dispensava bem que lá estivesse. Compreendo perfeitamente (e aceito) que este desabafo não seja publicado.

    1. Pois eu também não apreciava o Louçã. E quando o conheci, passei a estima-lo. E a continuar a não pensar como ele.
      Não podemos gostar de toda a gente. E também não podemos excluir os outros de fazerem uma acção solidária por não gostarmos dos seus discursos.

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