Mas há coisas um tanto estrambólicas, pelo menos assim parece: deixa de haver aquelas idiotas ciclovias nas faixas centrais e os ciclistas passam a circular nas faixas laterais, QUE MANTÊM OS SENTIDOS ACTUAIS.
Ou seja, irão circular, conforme os quarteirões, no mesmo sentido dos automóveis ou em sentido contrário ao dos automóveis, o que me deixa ligeiramente pasmo.
Estrambólicas, sim, estas experiências à custa da paciência e da saúde mental dos lisboetas. Como se não houvesse já razões de sobra para irritações… Há coisas que não entendo, por muito que me expliquem.
Eu acho completamente condenável esta coisa de porem faixas de rodagem com sentidos de tráfego opostos aos normais, como agora fizeram nas faixas laterais da avenida, e já havia na rua Viriato. Sistematicamente, quando passo por estas ruas, não me ocorre que elas têm o sentido de tráfego invertido e não olho para o lado certo ao aravessá-las. Já por mais de uma vez por pouco não era atropelado.
Também sempre me fez confusão a R. Viriato que era, tanto quanto sei, a única em Lisboa com sentidos de trânsito ao contrário das outras. Nunca percebi porquê.
Eu ainda não percebi uma coisa com estas alterações. Um automobilista que venha das Amoreiras e pretenda seguir para a avenida Duque de Loulé, por onde deve ir? Eu tomo, como penso ser meu direito, o túnel, mas, ao chegar à sua saída, tenho muita dificuldade em tomar a rotunda exterior, a que dá acesso à Duque de Loulé. Como devo fazer?
Eu venho normalmente da zona do Largo do Rato (mas não da sede de um partido que lá existe) e pretendo subir a Fontes Pereira de Melo. Quando o Costa chegou ao poleiro, descobriu que se passava a poder virar à esquerda no cruzamento da Alexandre Herculano com a Av. da Liberdade, e estava menos mal. Isso acabou: agora tenho de seguir (como antes do Costa) pela Rua Castilho e depois entrar na Joaquim António de Aguiar para chegar à Rotunda. No entanto, actualmente, quando o semáforo da Castilho fica no verde não dá para avançar porque lá está sempre uma grande fila (e só está livre a faixa mais à direita da JAAguiar, mas se descer por ela não posso depois entrar na Rotunda) de modo que, ou perco ali tempos infinitos, ou tenho de dar voltas que não me convêm nada. O Costa que vá àquela parte.
Mas há coisas um tanto estrambólicas, pelo menos assim parece: deixa de haver aquelas idiotas ciclovias nas faixas centrais e os ciclistas passam a circular nas faixas laterais, QUE MANTÊM OS SENTIDOS ACTUAIS.
Ou seja, irão circular, conforme os quarteirões, no mesmo sentido dos automóveis ou em sentido contrário ao dos automóveis, o que me deixa ligeiramente pasmo.
Estrambólicas, sim, estas experiências à custa da paciência e da saúde mental dos lisboetas. Como se não houvesse já razões de sobra para irritações…
Há coisas que não entendo, por muito que me expliquem.
à custa da paciência e da saúde mental dos lisboetas
Eu diria que é sobretudo à custa, não dos lisboetas, mas de pessoas de fora de Lisboa (dos dormitórios) e que vêem diariamente de carro para Lisboa.
De facto, talvez uma boa metade dos carros que diariamente circulam em Lisboa não sejam de lisboetas e sim de suburbanitas.
E isto faz diferença, porque somente os lisboetas votam para a Câmara Municipal. Os outros sofrem, mas não podem votar.
Eu acho completamente condenável esta coisa de porem faixas de rodagem com sentidos de tráfego opostos aos normais, como agora fizeram nas faixas laterais da avenida, e já havia na rua Viriato.
Sistematicamente, quando passo por estas ruas, não me ocorre que elas têm o sentido de tráfego invertido e não olho para o lado certo ao aravessá-las.
Já por mais de uma vez por pouco não era atropelado.
Também sempre me fez confusão a R. Viriato que era, tanto quanto sei, a única em Lisboa com sentidos de trânsito ao contrário das outras. Nunca percebi porquê.
Eu ainda não percebi uma coisa com estas alterações.
Um automobilista que venha das Amoreiras e pretenda seguir para a avenida Duque de Loulé, por onde deve ir?
Eu tomo, como penso ser meu direito, o túnel, mas, ao chegar à sua saída, tenho muita dificuldade em tomar a rotunda exterior, a que dá acesso à Duque de Loulé. Como devo fazer?
Tem mais sorte do que eu, que ainda não percebi “nenhuma coisa” nestas alterações. Não posso ajudá-lo, portanto. Sugiro que faça essa pergunta à CML.
Eu venho normalmente da zona do Largo do Rato (mas não da sede de um partido que lá existe) e pretendo subir a Fontes Pereira de Melo. Quando o Costa chegou ao poleiro, descobriu que se passava a poder virar à esquerda no cruzamento da Alexandre Herculano com a Av. da Liberdade, e estava menos mal. Isso acabou: agora tenho de seguir (como antes do Costa) pela Rua Castilho e depois entrar na Joaquim António de Aguiar para chegar à Rotunda. No entanto, actualmente, quando o semáforo da Castilho fica no verde não dá para avançar porque lá está sempre uma grande fila (e só está livre a faixa mais à direita da JAAguiar, mas se descer por ela não posso depois entrar na Rotunda) de modo que, ou perco ali tempos infinitos, ou tenho de dar voltas que não me convêm nada. O Costa que vá àquela parte.
E já agora, que vá àquela parte tendo que passar cem vezes pelo Marquês de Pombal. 🙂
Sim, para ir a qualquer parte alguém de Lisboa tem de passar sempre pelo Marquês de Pombal.