Contribuí. Mais do que em outros anos. Há pessoas em grande dificuldade. O Banco Alimentar parece chegar-lhes com credibilidade e eficácia. Neste momento de emergência é o que interessa. Que se lixem os políticos das árvores de Natal e das iluminações, a intervenção do Estado das jogadas, dos boys e dos amigalhaços, as ideologias, os juízes de intenções e os controleiros e retóricos do discurso canónico.
Campanha do Banco Alimentar
Rui Rocha,

… e as pessoas mesquinhas, mal-formadas, invejosas, que desconhecem o significado de voluntariado.
Também contribuí e fi-lo com muito gosto.
– Crianças com fome … não!
Estou farta de falsos moralistas.
Poi o problema são as crinças com fome! Por que é que será?! Qual a origem da fome desssas crianças?! Como minimizá-la?!
As crianças que mandem certos tios àquela parte e ficam logo melhor.
Percebo! Tão fixe que é a caridadezinha! Quando não há argumentos ataca-se o “argumentador”. Vá para aquele sítio… e não se esqueça de levar a sua caridadezinha! É tão bom haver crianças com fome! Sentimo-nos tão úteis…
Vá á barda*erda
Caridadezinha, o *aralho, inútil ressabiado invejoso igorante do que é SOLIDARIEDADE e VOLUNTARIADO.
Eça de Queirós,julgo que falando de Antero de Quental,escreveu : na hora do jantar vale mais uma sopa que muitas teorias.
Que se lixem mesmo, porque pouca ou até nenhuma consideração merecem.
Embrulha, Anacleto!
E lembrar que há coisas mais urgentes que palavras.
Sejamos todos assim e talvez o mundo seja bem melhor sem que isso seja uma Utopia.
Está nas nossas mãos transformar a Utopia em realidade.
Amanhã eu irei estar no Armazem de Lisboa a auxiliar a triagem dos bens recebidos.
Fez bem, eu também.
Isso mesmo!
É isso, Rui. Que se lixe, é mais urgente matar a fome a quem precisa.
Coisas simples 😉
Normalmente encarrego a minha companheira dessas coisas, “coisas de mulheres”, mas este ano para além do que ela ofereceu fiz questão de também contribuir. Nao me perguntem porquê.
Meu caro, não me leve a mal (não me leve mesmo a mal); estas não são coisas de mulheres. São coisas de todos nós e sei que não precisa de me perguntar porquê.
Fique bem, e obrigado, em nome do nosso futuro.
Não levo nada a mal, mesmo nada, mas repare que está entre parêntesis , o que quer dizer que não é para levar a sério.
Tal como o Rui também contribui um pouco mais que nos outros anos, porque me perturba a fome que as crianças e adultos passam, pois não deveria ser possível que acontecesse isso num país onde se faz fila para adquirir I-Phones e outros…
Além disso acredito que mesmo salvando apenas uma pessoa, se salva o mundo, isto para aqueles que acham que os bens estarão mal distribuídos (e sei que existe sim casos desses).
No entanto sei separar as águas, não podemos ” deitar fora o bebe com a água do banho “, e como outros também não gostei das palavras da senhora IJ, que todos conhecem, embora lhe reconheça uma distracção na medição das palavras utilizadas.
Enfim, o ideal era que vivesse-mos um mundo melhor, mas isso é um sonho!
Claro que certas tias de esquerda, que adooooram falar em poooobres mas que fogem dos poooobres, horrrroooorizadas, quando tropeçam num, continuarão a gabar-se de não contribuir nem com um bago de arrrrooooz para o Banco Alimentar. Os poooobres que esperem pela revoluuuução.