Passos Coelho considera que a Sicasal é um exemplo para o país. Recusa, em qualquer caso, que existam razões para excessos de pessimismo.
Passos Coelho considera que a Sicasal é um exemplo para o país. Recusa, em qualquer caso, que existam razões para excessos de pessimismo.
Será que a justiça está finalmente a funcionar? O terceiro pendurado a contar da esquerda parece mesmo o Otelo…
Na verdade, não creio. Creio que o discurso de Passos era para encher chouriços.
Cuidado, aquele ali está de fato cinzento e gravata azul. Quanto ao fato não garanto, mas quanto à gravata não há dúvida, pelo que é um subversivo a 50%, isto no mínimo.
Sim, nem sempre a cor do fato é decisiva. Agora a da gravata…
Bom post; a foto é excelente/acutilante; aquele instante.
Abraço
Acheira, de facto, saborosa, David.
Pronto, está resolvida a polémica sobre a carne.
Sim, estamos feitos ao bife.
Ele devia era consultar o Moedas e tratar da fase de negação.
O Moedas é capaz de também estar desvalorizado.
Está visto que o dono da Sicasal é amigalhaço… e que a UGT não tem lá representantes. Ou então contrataram figurantes para banalizarem a greve geral. Já não sei se é apenas falta de senso nas acções e palavras ou se é uma questão de má rês, de ruindade. Estão-se nas tintas para os portugueses, os mesmos que os meteram nos cargos que lhes permitem fazer as suas negociatas…
Se o da Sicasal é amigalhaço ou não, não sei. Sei que não deve ser grande amigo de Passos quem lhe organizou uma visita a uma unidade de desmancha nas actuais circunstâncias.
:):):):):):):) (quantos são?; quantos são?)
Vai-se a eles como um tarzão.
O governante olhando para o seu povo, chupado até ao osso.
É caso para dizer, comeste a carne, vais ter que roer os ossos também.
Tenho cá para mim, que esta fábrica não vai durar muito mais tempo… não tarda aparece o processozito de insolvência.
Ninguém está livre, hoje em dia.
Caro Rui Rocha,
Percebo a ironia do seu post, que para mim também faria sentido, não se desse o caso de, por razões de natureza familiar, conhecer bem de perto esta história.
Apesar de ter ardido completamente a fábrica, o Senhor Álvaro Silva decidiu não despedir um único trabalhador, encetando de imediato a sua reconstrução. Poderia facilmente continuar a sua vida resguardado por um chorudo seguro e uma fortuna acumulada ao longo de décadas. Não o fez, e por isso creio ser um exemplo raro de lealdade para quem com ele trabalhou ao longo de anos. A caminho dos 70 anos, este Homem, encontrou força e motivação para não desistir. Creio que foi este o exemplo que o Primeiro Ministro quis realçar.
Um abraço
João, o posto não tinha outro intuito que o da ironia. Fica o registo do seu testemunho como sublinhado desse exemplo.
recomende-se para medalhado! o da sicasal, entenda-se!
quanto ao outro, há que dizer que está no seu elemento: uma fábrica em que nem os ossinhos escapam… farinha de osso é bom estrume, e cá restarão os nossos para contar a não história!
que, entretanto, já sofrerão de osteoporose.
Rui assalta-me uma ideia….
e se alguém por ” descuido ” o deixasse fechado num daqueles frigoríficos e o descongelasse, lá para meados de 2238 ?
2451 e não se fala mais nisso.
Fechado.

Este tipo é verdadeiramente execrável.
O que mais me incomoda é que está cada vez mais semelhante a um robô.
Letra
Olha o robot
É prò menino e prà menina
Olha o robot
Trabalha muito e gasta pouco
Olha o robot
É muito útil pra quem manda
Olha o robot
Está pronto a ser programado