Reflexão do dia


Pedro Correia,

«Antes de se tocar nos rendimentos, nas poupanças e nas reformas obtidas como fruto do trabalho útil, qualquer reformador verdadeiro precisa de olhar a sério para as possibilidades de corte não simulado, nem caridoso, deste ‘Estado anti-social’ que subsiste, feito de demasiadas entidades artificiais, supérfluas, redundantes, inúters, muitas criadas por mera conveniência da partidocracia. Se quiserem uma verdadeira reforma, histórica, pensada, eficaz, com resultados, os portugueses têm de exigir não o fim dos serviços e entidades que custam dinheiro ao Estado, mas o fecho dos serviços e entidades que, custando dinheiro, não servem ninguém a não ser os seus ocupantes.»

Nuno Rogeiro, na Sábado

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