Péra aí um pouco que eu vou tentar explicar. É assim:
A gente coloca um pedaço de queijo e coloca no microondas durante 20 segundos para fundir aquilo tudo. Ós despois tiramos do aparelho e deixamos tomar consistência de novo. Então, acolocamos no frigorífico a marinar por uma noite. Na manhã seguinte tira-se o queijo do frigorífico e refunde-se tudo novamente.
Mas se a fundição não fôr convincente entregamos o queijo ao Vespa Soares e o home encarrega-se do resto. Vai ficar tudo fundidinho.
Mister Rui, já pensou na hipótese de fazer comédia?(há dom aí) Refundação é refazer tudo, é começar do principio, é dar o braço a torcer e muito provavelmente fazer o que o To Zé sempre disse ( por isso é que o To Zé esta inquieto, tipo: diz diz, diz o que eu sempre disse)
Essa é que é uma boa sugestão para o ministro pastel de nata, sempre podia-mos relançar a economia criando umas empresas para exportar comédia, vem mesmo a calhar, já agora que a credibilidade dele aumenta….
Agora falando a sério. Eu não percebo nada disto, digo já, mas, entendendo-se por refundação do memorando chegarem ao pé dos sujeitos da troika e dizerem-lhes “Ó pá, desculpem lá, mas o memorando que vocês assinaram com o Sócrates já está todo roto, a gente queria mas era fazer um novinho em folha, um assim de base zero, o que é que vos parece?”, cheira-me que os sujeitos da troika responderiam “Tenham lá santa paciência, mas nem pensem nisso”.
Balão para a última fotografia, apontando para Miguel Relvas:
Ainda estou meio confuso!?! Fui perguntar ao Magnífico Reitor da Lusófona e ele só me disse: – “Boa Miguel! É só isso mesmo que temos que dizer que fizemos ao teu curso!”
Depois deste teu magnífico post , Rui, o PM deve-se ter sido sentido, também ele visto que nós já nos sentíamos assim desde há um tempo a esta parte, “refundido”!
Não tarda e está a convidar-te para qualquer coisa. Oxalá te consigas livrar do convite.
Como ele diz que quer acabar com as fundações ficava-lhe mal criar mais uma. Assim sempre é uma refundação.
Certo. Há que distinguir as coisas.
Péra aí um pouco que eu vou tentar explicar. É assim:
A gente coloca um pedaço de queijo e coloca no microondas durante 20 segundos para fundir aquilo tudo. Ós despois tiramos do aparelho e deixamos tomar consistência de novo. Então, acolocamos no frigorífico a marinar por uma noite.
Na manhã seguinte tira-se o queijo do frigorífico e refunde-se tudo novamente.
Mas se a fundição não fôr convincente entregamos o queijo ao Vespa Soares e o home encarrega-se do resto. Vai ficar tudo fundidinho.
Fundido e refundido.
Fiquei com a sensação que a estória, engraçada, ainda não chegou ao fim…
É, TA. O Fukuyama estava enganado.
Mister Rui, já pensou na hipótese de fazer comédia?(há dom aí)
Refundação é refazer tudo, é começar do principio, é dar o braço a torcer e muito provavelmente fazer o que o To Zé sempre disse ( por isso é que o To Zé esta inquieto, tipo: diz diz, diz o que eu sempre disse)
O problema é a concorrência, P&A. Há comediantes por todo o lado.
Essa é que é uma boa sugestão para o ministro pastel de nata, sempre podia-mos relançar a economia criando umas empresas para exportar comédia, vem mesmo a calhar, já agora que a credibilidade dele aumenta….
Ora aí está como se comprova que as crises são oportunidades…
Hilariante!
E vocês também não sabem!?
Eu confesso que não.
Bom se é para refundir, o melhor mesmo é pedir ajuda ao tufão americano…
Perto disto o Sandy é coisa de meninos, CR.
Agora falando a sério. Eu não percebo nada disto, digo já, mas, entendendo-se por refundação do memorando chegarem ao pé dos sujeitos da troika e dizerem-lhes “Ó pá, desculpem lá, mas o memorando que vocês assinaram com o Sócrates já está todo roto, a gente queria mas era fazer um novinho em folha, um assim de base zero, o que é que vos parece?”, cheira-me que os sujeitos da troika responderiam “Tenham lá santa paciência, mas nem pensem nisso”.
Não é fácil, não…
Bravo.
Obrigado, Isabel
.
Parafrasenado o grande Camilo José Cela, há uma diferença entre refundar e estar refundando…
A arte de cavalgar a todo o Cela.
Balão para a última fotografia, apontando para Miguel Relvas:
Ainda estou meio confuso!?! Fui perguntar ao Magnífico Reitor da Lusófona e ele só me disse: – “Boa Miguel! É só isso mesmo que temos que dizer que fizemos ao teu curso!”
Eheheh.
Que beleza, Rui, só me vem à ideia o senado romano dos livros do Astérix, recorda-se de “A Zaragata”? LOOOOOOOOOOOOOL (a última foto é do best!!!…)
Ora aqui está como tudo o que nos influencia é transparente. Quantas e quantas horas a ler o Astérix… A Zaragata li para aí 12 vezes.
Depois deste teu magnífico post , Rui, o PM deve-se ter sido sentido, também ele visto que nós já nos sentíamos assim desde há um tempo a esta parte, “refundido”!
Não tarda e está a convidar-te para qualquer coisa. Oxalá te consigas livrar do convite.
Um abraço, Rui.
Abraço, Sérgio.