O problema é que ela tratou de eliminar para sempre o original. O mundo vê-se agora confrontado com a difícil decisão de escolher entre a obra original e a “recriação”. Tal como era de prever, a afluência para admirar a obra prima é enorme 🙂
A diferença é que os artistas referidos não destruiram a obra original! Criaram peças artisticas novas… a qualidade, duvidosa ou não, cabe a cada um decidir
Não quero martirizar a senhora idosa, que agiu na melhor das intenções, aparentemente até autorizada pela pessoas responsáveis pelo espaço onde a pintura estava, agindo dentro da tradição de recuperação de arte pelos proprios populares, e tratando-se de uma peça de pouco valor historico e artistico, mas não deixou de ser um trabalho manhoso que destruiu o anterior trabalho do artista original. É como os tags em cima de grafittis artisticos…
Vi numa reportagem de televisão, que a senhora até já tinha feito um curso de pintura, tinha exposto e até vendido alguns quadros. Além de a \"recriação\" ter sido feita com autorização do cura.
Também vi e também ouvi que tinha sido internada com um ataque de ansiedade. Acredito que isto tenha sido feito sem intenção, sabe-se lá o que terá ‘restaurado’ mais na igreja…
Eu também adoro o quadro da sra. Cecilia, só é pena que o tenha feito sobre o original, como já aqui se disse. Mas pergunto-me como é que ela obteve autorização para mexer naquilo. O cura e outras pessoas que estejam envolvidas devem padecer de ingenuidade crónica.
É verdade. Pensando bem, até se pode estranhar nunca ter acontecido…
Ontem, no telejornal, também “brincaram” com o assunto e lembraram uma cena de um filme de Mr. Bean. E eu lembrei-me, como, ao ver o filme, tinha achado a ideia disparatada e exagerada. Afinal…
Não conhecia esse sketch do Mr. Bean e fartei-me de rir. Este caso foi bem mediático, mas nunca saberemos se algo semelhante não se terá passado já, Cristina.
Eu também lhe acho piada, Fátima Cecilia diz agora que o problema foi que não a deixaram acabar. Ficará para sempre por saber como ficaria a versão final.
Só os outros não pintaram por cima dos antecessores.
Pois não. A legenda que acompanha a imagem é irónica obviamente mas já me ri com esta história e com a ingenuidade da ‘restauradora’.
O problema é que ela tratou de eliminar para sempre o original. O mundo vê-se agora confrontado com a difícil decisão de escolher entre a obra original e a “recriação”.
Tal como era de prever, a afluência para admirar a obra prima é enorme 🙂
Prefiro a ‘recriação’ 🙂
Chorei a rir!
Vou ter de roubar 😀
Roube à vontade 🙂
A diferença é que os artistas referidos não destruiram a obra original! Criaram peças artisticas novas… a qualidade, duvidosa ou não, cabe a cada um decidir
Não quero martirizar a senhora idosa, que agiu na melhor das intenções, aparentemente até autorizada pela pessoas responsáveis pelo espaço onde a pintura estava, agindo dentro da tradição de recuperação de arte pelos proprios populares, e tratando-se de uma peça de pouco valor historico e artistico, mas não deixou de ser um trabalho manhoso que destruiu o anterior trabalho do artista original. É como os tags em cima de grafittis artisticos…
Já respondi acima, Daniel, estava a ser irónica mas acho uma certa piada a este caso.
Daniel: chamar àquilo “trabalho manhoso” é um bocado eufemístico…
Vi numa reportagem de televisão, que a senhora até já tinha feito um curso de pintura, tinha exposto e até vendido alguns quadros. Além de a \"recriação\" ter sido feita com autorização do cura.
Também vi e também ouvi que tinha sido internada com um ataque de ansiedade. Acredito que isto tenha sido feito sem intenção, sabe-se lá o que terá ‘restaurado’ mais na igreja…
Eu também adoro o quadro da sra. Cecilia, só é pena que o tenha feito sobre o original, como já aqui se disse. Mas pergunto-me como é que ela obteve autorização para mexer naquilo. O cura e outras pessoas que estejam envolvidas devem padecer de ingenuidade crónica.
Não é nada que não veja que possa acontecer numa qualquer aldeia recôndita aqui de Portugal.
É verdade. Pensando bem, até se pode estranhar nunca ter acontecido…
Ontem, no telejornal, também “brincaram” com o assunto e lembraram uma cena de um filme de Mr. Bean. E eu lembrei-me, como, ao ver o filme, tinha achado a ideia disparatada e exagerada. Afinal…
Não conhecia esse sketch do Mr. Bean e fartei-me de rir.
Este caso foi bem mediático, mas nunca saberemos se algo semelhante não se terá passado já, Cristina.
A senhora, de 80 anos, nem sabe como está a ser pós-moderna…
Ora bem.
Como dizia um economista (não me lembra o nome):
\"Se tudo falhar, é sempre possível garantir a imortalidade com um erro espectacular\"
Que susto! Esse parece ser o lema deste nosso (des)governo
Hilariante, Leonor:) fartei-me de rir aqui e sou das que acham graça, imensa graça, ao episódio.
Eu também lhe acho piada, Fátima
Cecilia diz agora que o problema foi que não a deixaram acabar. Ficará para sempre por saber como ficaria a versão final.