Zorrinho: “Quem se está a lixar para as eleições está-se a lixar para os eleitores”.
Notícias sobre a Gronelândia: “97% da camada de gelo derreteu em apenas 5 dias”.
Zorrinho: “Quem se está a lixar para as eleições está-se a lixar para os eleitores”.
Notícias sobre a Gronelândia: “97% da camada de gelo derreteu em apenas 5 dias”.
Vasco Graça Moura sobre uma outra atuarda do Zorrinho, hoje no DN. spx?content_id=2684698&seccao=Vasco%20Gra%E7a%20Moura&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco
«Mas isto nada é, comparado à interpretação das minhas palavras feita pelo formidável dr. Zorrinho, facundo ex-deputado socratista e actual deputado segurista. Do alto da sua autoridade exegética, este professor catedrático da Universidade de Évora, doutorado em Gestão, na especialidade de Gestão da Informação, mostrou-se bem menos capaz de gestão da informação do que propício a uma perversa congestão ou indigestão da mesma.»
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.a
Grande malha.
O discurso do Zorrinho, já caiu mais baixo do que o do Bloco. Aliás, o Zorrinho normalmente não fala, zurra!
É de uma inconsistência…
Infelizmente a notícia sobre o degelo na Gronelândia parece ter sido escrito por pessoas que não sabem o inglês e são analfabetos científicos funcionais.
A Gronelândia continua a estar coberta em enorme percentagem pelo gelo. Aquilo que sucede em termos de degelo, e que sucede todos os anos, é que houve derretimento do gelo que está mais à superfície. O que se passa de especial é que, habitualmente, apenas 40% da área coberta por gele vê um derretimento dessa camada superficial de gelo e este ano esse derretimento passou, no espaço de 5 dias, para 97%. ou seja, o gelo superficial foi derretendo em quase toda a área da Gronelândia, mesmo onde isso normalmente não acontece (por ser muito mais no interior e no opo de montanhas).
Uma vez que os glaciares da Gronelândia atingem espessuras de mais de 3 km, é algo de seguro dizer que não há um processo que fizesse todo esse gelo derreter em 5 dias. Seria fisicamente impossível (a não ser que se conseguisse romper a crosta terrestre, mas isso seria o fim do mundo – literalmente). Além disso, as esplanadas à beira-mar em Portugal estariam a começar algures para lá de Santarém.
É pena que se publiquem estas histórias de forma tão pouco crítica e que os jornais não tenham revisores que, pelo menos, usem o pouco cérebro que os genes lhes concederam…
Pois, João André. Pelo visto ainda não é desta que vou a banhos de mar lá à porta de casa em Braga…