Que paridade???


jmmcc,

A propósito do desaguisado que opôs Ana Gomes a Manuela Ferreira Leite, a propósito das "negociações" entre Alberto João Jardim e o PSD sobre candidatos(as) elegíveis, a propósito dos "piropos" que ainda estão para vir — a propósito, enfim, das candidaturas femininas impostas e desse inesperado número de mulheres obrigadas a entrar à força na política — receio bem que a lei da paridade só contribua para umas valentes e escusadas "peixeiradas".

Oxalá eu me engane, mas ainda estamos na pré-campanha e há já vários episódios que se dispensavam. De resto, se querem saber, nem vejo onde está a tal paridade. Uma mulher para cada dois homens? Isso é que é paridade? Pois a mim parece mais ménàge à trois…

12 comentários em “Que paridade???”

  1. Eheheh, este parece mesmo de encomenda. Mas, ainda assim, e elaborando, bom, com a Ana Gomes e um deputado jovenzito ainda ia, de preferência do CDS, sempre apreciei corromper castos jovens, se bem que, claro, nessa matéria prefiro a Ana Drago (essa pia jovem bloquista), a solo by e by a mile…

    Agora com a bruxa é que, lamento, nem com o saco de plástico preto. É que nem com o saco de plástico preto.

  2. Não estou a ver a MFL a perder a postura seja em que momento for.
    Já vi a AG a perder a elegância há muito e não há fitness que lhe valha.
    Assusta-me pensar que a dourada está a 2,99€/Kg, um preço record nos últimos sete, oito anos ….
    Entendido!

  3. É por isso que eu não gosto da ideia das quotas, acho-a mesmo ofensiva. Toda a razão: se a “paridade” é imposta e ainda por cima consiste numa desproporção de 2 homens para 1 mulher, então onde está o equilíbrio da coisa? Cheira mais a “caridade” do que a “paridade”…

    1. Precisamente, Ana. Ainda por cima, a paridade é duplamente infeliz por dar uma ideia de promiscuidade totalmente escusada.
      Hoje em dia, há muito mais mulheres do que homens nas universidades, no ensino, na Justiça, etc., pelo que, se era para levar a paridade a sério, então devia ser um para um. Porque, daqui a alguns anos, não tenho dúvida de que será preciso estabelecer mínimos para os homens…

  4. A elegância, embora seja do género feminino não tem sexo! Acho que a questão entre as duas protagonistas é uma questão de estilo… de pessoas. Não me parece que tenha a ver com mais nada! Acho estas coisas mais do domínio da estética do que da ética!

    Prontosssss num digo mainada!

    :)))

  5. A palavra ‘paridade’ é totalmente abusiva nesta demagógica engenharia política que o PS e o BE cozinharam. Desde logo porque, como acentuas, não existe paridade com uma mulher para dois homens. E concordo contigo: vem aí mais ‘peixeirada’ de toda a espécie. Vale a pena assistir de camarote.

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