
Beja.
(Estou a brincar; obviamente, é Évora.)
(Excepto para visitantes estrangeiros, que não são obrigados a saber que, em Évora, as encostas são muito mais íngremes, o rio muito mais largo e as gaivotas têm uma bonita plumagem vermelha; para esses, trata-se do Porto.)

Évora, não estará enganado???
Aquela chaminé, para mim é Suiça e o lago, apesar do nevoeiro, é seguramente Geneve. O perú, é claramente Eslovaco e está em rota de migração.
Então mas eu não havia de saber onde tirei a foto, carago? Vira-se à direita na Praça do Giraldo, passa-se pelo lado esquerdo do Templo de Diana, atravessa-se a pontezinha em pedra, sobem-se as escadas de madeira, roda-se trezentos e sessenta graus e voilá, chegamos aqui…
Quanto ao Lago Genebra, fica prometida para Sábado. Perus acho que não tenho. Mas tenho um porco muito bonito:
https://delito.brucke-multimedia.com/images/2012/5866235_qADbd.jpeg
É Évora, pois! Até porque o Grande Lago trouxe as gaivotas ao interior do Alentejo…
Exacto, as famosas gaivotas do Alqueva!
Alqueva? É a minha deixa? São Garças, senhor, são Garças!
Que graça…
🙂
(Um sapo não vem nada a propósito mas este pessoal dos blogues do Sapo ainda não criou emoticons com gaivotas…)
Claro que é Évora. Até a chaminé passou pela universidade, tem chapelinho de formatura e tudo.
Ana: depois de ler o comentário do Alexandre, logo a seguir ao teu, abstenho-me de novas e inevitavelmente débeis tentativas de humor.
Naaa… Não usamos chapéu. Por essa lógica, é Faro.
Não? Só capote?
(E de repente apercebo-me de que não conheço o fato académico da universidade de Évora – ou, pelo menos, não me lembro – e vou daqui googlar o assunto.)

Ah, ok, é parecido com a maioria dos restantes…
Seguramente é culpa minha, mas não consigo ver onde está a piada. Porque é que meteu Évora no assunto? (encostas ingremes, rio, gaivotas?)
PS Nós os Eborenses, gostamos de saber como e porquê falam da nossa Cidade, que como sabe é Património Mundial.
Alexandre, o meu humor falha quase tantas vezes como as previsões económicas. Mas este talvez até seja um bom caso para eu explicar como o meu cérebro funciona. Vamos lá:
– Ooops, é Quarta-Feira e ainda não publiquei o post com a foto.
– Qual escolher, qual escolher?
– Ok, que se lixe, vai ser esta.
Inserção da foto e adição da legenda “Porto”;
– Hmmmm, esta coisa das legendas torna-se um bocado estúpida e repetitiva; é evidente que se trata do Porto; aliás, para aí setenta por cento das fotos que meto aqui são do Porto. E se fizesse uma piada acerca do assunto? Qual a cidade nacional que menos se parece com o Porto? Hmmm, Beja. ‘Pera aí, mas se colocar só “Beja” será que não vão pensar que foi um erro? É melhor acrescentar mais qualquer coisa. Já sei: “Estou a brincar; obviamente, é Évora” – que, pelo menos na minha cabeça, é cidade-irmã de Beja* e continua a ser muito diferente do Porto.
E daí à nota para estrangeiros e às gaivotas vermelhas foi só mais uma pequena sinapse. Para que conste, gosto muito de Évora, apesar de já não ir aí – que vergonha – há cerca de dez anos.
* O que não significa que o seja na realidade. Veja-se Braga e Guimarães, tão juntinhas e com pessoal que gosta tanto um do outro.
” Bai no Batalha ! ” 😛
Mais coisa menos coisa, foi mesmo assim…
Creio que Beja e Évora gozam de uma fraternidade semelhante 🙂
Ah, as relações de vizinhança…
(Filhos da mãe dos vizinhos de cima, já estão outra vez aos berros. É hoje que eu lá vou!)
Aquela silhueta de linhas direitas, esbatidas a contra-luz, não é dos guindastes do porto de Kiel?
Eh, pá, não deve ser porque o mais perto que estive foi em Odense e não tinha levado a teleobjectiva.