É de crer que o principal papel de uma democracia e de um moderno estado de direito em relação à ortografia, seja ensiná-la. O que o estado português não faz. E o brasileiro, idem. 21 países – vinte e um – nos separam da vizinha Espanha em índices de alfabetização . E o Brasil, que tem a ortografia mutilada (a tal “moderna”) há 80 anos, está longe de ter os índices de alfabetização do Zimbabué, da Bolívia, ou da Colômbia e conta com 75% de analfabetos. Se os dois estados – com longas tradições de analfabetismo e ditadura – quiserem mesmo dedicar-se a «acordar» questões ortográficas, seria talvez de elementar bom senso, esperar que ambos cheguem ao analfabetismo zero que é característico dos países do 1º mundo. Veriam com o «acordo», produto do atraso, deixaria de fazer qualquer sentido.
O vandalismo do “acordo” não pode ir para a frente. É tempo de se recorrer às instâncias judiciais nacionais e internacionais, já que estamos perante um crime grave* e inédito na história do mundo contra uma língua e uma cultura. Já viu alguém incomodado com o analfabetismo? Lembra-se de alguma palavra da “venerável” alçada ministra da educação sobre o analfabetismo? Algum diploma, alguma frase, alguma palavra? Acabar como analfabetismo dá trabalho, trabalho persistente e diário… pouco dado à discursata. É mais fácil apostar na possidonice, na propensão para a futilidade, na pouca densidade de países atrasados – e que o vão continuara ser se vimos as taxas de abandono escolar de Portugal e do Brasil.
Interessante ver, posts abaixo, um defensor deste crime a citar o Prof. António Emiliano. Fá-lo a despropósito. Aquele Mestre limita-se a considerar que a destruição de grafemas da língua portuguesa (AC, EC, etc) é em si algo de tão extraordinariamente grave que a invocação genérica de uma ordem de razões etimológicas acaba por ser secundária – se bem entendi os seus trabalhos.
É de crer que o principal papel de uma democracia e de um moderno estado de direito em relação à ortografia, seja ensiná-la.
O que o estado português não faz. E o brasileiro, idem.
21 países – vinte e um – nos separam da vizinha Espanha em índices de alfabetização . E o Brasil, que tem a ortografia mutilada (a tal “moderna”) há 80 anos, está longe de ter os índices de alfabetização do Zimbabué, da Bolívia, ou da Colômbia e conta com 75% de analfabetos.
Se os dois estados – com longas tradições de analfabetismo e ditadura – quiserem mesmo dedicar-se a «acordar» questões ortográficas, seria talvez de elementar bom senso, esperar que ambos cheguem ao analfabetismo zero que é característico dos países do 1º mundo.
Veriam com o «acordo», produto do atraso, deixaria de fazer qualquer sentido.
Receio bem que, com a transcrição fonética do malacaca, o analfabetismo deixe de andar a trote para passar a galope.
O vandalismo do “acordo” não pode ir para a frente. É tempo de se recorrer às instâncias judiciais nacionais e internacionais, já que estamos perante um crime grave* e inédito na história do mundo contra uma língua e uma cultura.
Já viu alguém incomodado com o analfabetismo? Lembra-se de alguma palavra da “venerável” alçada ministra da educação sobre o analfabetismo? Algum diploma, alguma frase, alguma palavra? Acabar como analfabetismo dá trabalho, trabalho persistente e diário… pouco dado à discursata.
É mais fácil apostar na possidonice, na propensão para a futilidade, na pouca densidade de países atrasados – e que o vão continuara ser se vimos as taxas de abandono escolar de Portugal e do Brasil.
Interessante ver, posts abaixo, um defensor deste crime a citar o Prof. António Emiliano. Fá-lo a despropósito. Aquele Mestre limita-se a considerar que a destruição de grafemas da língua portuguesa (AC, EC, etc) é em si algo de tão extraordinariamente grave que a invocação genérica de uma ordem de razões etimológicas acaba por ser secundária – se bem entendi os seus trabalhos.