Lembra de mim!
Dos beijos que escrevi
Nos muros a giz
Os mais bonitos
Continuam por lá
Documentando
Que alguém foi feliz…
Lembra de mim!
Nós dois nas ruas
Provocando os casais
Amando mais
Do que o amor é capaz
Perto daqui
Há tempos atrás…
Lembra de mim!
A gente sempre
Se casava ao luar
Depois jogava
Os nossos corpos no mar
Tão naufragados
E exaustos de amar…
Lembra de mim!
Se existe um pouco
De prazer em sofrer
Querer te ver
Talvez eu fosse capaz
Perto daqui
Ou tarde demais…
Lembra de mim!…
Lembra de mim!
A gente sempre
Se casava ao luar
Depois jogava
Os nossos corpos no mar
Tão naufragados
E exaustos de amar…
Lembra de mim!
Se existe um pouco
De prazer em sofrer
Querer te ver
Talvez eu fosse capaz
Perto daqui
Ou tarde demais…
Lembra de mim!…
Também se pode acordar ao Domingo com esta canção sussurrada aos nossos ouvidos. E é bom!

Uma bela forma de acordar ao Domingo, também.
🙂
Lindo! Gostei.
Um abraço
miilay
Ah, pois é!
E depois de um almoço delituoso de sábado, não imagino melhor programa de fim-de-semana. 😉
Belo poema, Helena.
Para compor a gritaria da Madonna, ontem mesmo no estádio, o Ivan Lins vem cantar no dia 3 Julho, aqui a 50 metros do sítio de onde escrevo, numa das mais bonitas praças europeias que conheço. E ao luar… Promete 🙂
Acordar, adormecer, ao Domingo ou a qualquer outro dia da semana. Uma canção para ouvir sempre.