Nós, pelos outros


cronicasnofeminino,

(…) em Berlim, os furtos não compensam. Ao contrário de Lisboa, por exemplo, onde há tempos fomos roubados logo no primeiro dia da viagem. Eu tinha comprado o guia turístico português “A metrópole do Atlântico. Longe dos circuitos turísticos” e escolhera para o nosso primeiro dia a “Rota 1. Um aspecto geral de Lisboa”. (A propósito: nesse guia estava escrito que a criminalidade em Lisboa tem vindo a estagnar nos últimos anos e quase não se nota.) “No extremo superior da rua Garrett encontra-se o café mais antigo da cidade, A Brasileira. Quem quer realmente conhecer Lisboa deve beber lá um café, um copo de vinho verde ou um sumo de laranja acabado de espremer.”

 

É favor não perder este texto do Wladimir Kaminer traduzido de forma soberba pela ‘nossa’ Helena Araújo. Gosto de sentir que ela é cá da casa. Desta  é pelo menos.

3 comentários em “Nós, pelos outros”

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