Amigos e amigas que passeiam no Chiado, amigos e amigas que se vestem de preto, amigos e amigas que “cruzam as mãos uma sobre a outra e inclinam ligeiramente a cabeça”, saibam que reunem três sinais quase inequívocos da vossa ‘larilice’ e que a confirmar-se “nas relações homossexuais há um niilismo assumido, uma ausência de utilidade, uma recusa do futuro. Impera a ideia de que tudo se consome numa geração – e que o amanhã não existe. De resto, o uso de roupas pretas, a fuga da cor, vão no mesmo sentido em direcção ao nada. ” Uns inúteis, portanto. E gays ainda por cima. Tudo isto numa crónica perto de si e num jornal que se intitula de Sol. Alguém que envie luz a este senhor que lá das trevas a escrita não lhe está a sair bem.
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cronicasnofeminino,

sã gays…
o preto é a absorção de toda a côre e nã a negação da dita cuja
já o branco é a reflexão da cor toda logo se o branco é pureza a cor (hard-côre) é u mal
e quem acha que a luz combate trevas
e que as trevas são o mal e a luz o bem
adevia chamar-se leonor beleza
ou lianor pela berdura bai fermosa e nãao seguro
ou seija
Não sei se será uma crise de meia idade, mas desde que o JAS teve a tentação de atribuir ao seu alter-ego as últimas páginas da Tabu, libertando-se das amarras da institucional crónica tradicional que o impediam de falar de temas mundanos, o chorrilho de asneiras faz impressão.
Há duas coisas neste artigo que me intrigam principalmente: A primeira é saber de que modo JAS coloca os seus pés no chão. A única certeza é que é um acto que lhe merece muito cuidado. A segunda é a história do “uso de roupas pretas” e da “fuga da cor”. E eu que pensava que os gays até eram conhecidos por usarem roupas coloridas…
Esta crónica é uma imbecilidade completa, José Maria. A quantidade de disparates que ele debita por caracteres ultrapassa qualquer record.
“…inúteis, portanto. E gays ainda por cima…”
também são filhos de Deus.
será que ELE meteu água? se fosse obra do Dionisio era água da uva.
aproveito para enviar saudações desportivas ao Sr. Pedro Correia.
Obrigado, Seca-Adegas.
Oh meuz amigos… tende paxiênxia cum eztaz almaz… elez num xabem o que dijem… xó xabem que para ganhar o pãojinho de cada dia, e à falta de cultura para maiz… a opchão é afibelar a máscara da santinhidade e ezpetar o ferrão, nus axuntos que xeguramente alimentam o ezpírito cuzcubilheiro da gentinha dezte paize..zee..zee..zee!
Lamentável!!!
Há tipos que, como qualquer carro, precisavam de ir a inspecções periódicas…
E chumbar nas ditas com direito a internamento compulsivo.
Fernando, este já nem é caso de inspecção periódica, é sucata mesmo!
Tanta asneira junta. Apanhou muito Sol na cabeça, deve ser isso.