Esta é das que nunca passam. Sei que a dedicas ao Miguel, que sabia melhor do que ninguém como navegar é preciso. Que encontre mar de feição para esta grande aventura.
Tenho 39 anos. Cresci a ouvir esta música em casa dos meus pais. No dia 25 de abril de 1974 estávamos os 3 em Paris, para onde o meu pai foi trabalhar depois de regressar da guerra em Moçambique. É uma das músicas da minha vida e é impossível ouvi-la sem me emocionar. Como daquela vez em que vi o Chico Buarque cantá-la ao vivo no Coliseu do Porto. E agora vou ali colocar o CD na aparelhagem para chorar de alegria mais um bocadinho. Viva o 25 de abril! Viva a liberdade! Sandra / Acordo Fotográfico
Viva, Sandra. Esta é uma canção com história. A celebrar o fim da censura em Portugal quando o Brasil vivia ainda sufocado sob a férrea censura imposta pela ditadura militar. Gosto dela também por isso.
Esta é das que nunca passam. Sei que a dedicas ao Miguel, que sabia melhor do que ninguém como navegar é preciso. Que encontre mar de feição para esta grande aventura.
De facto, Ana, esta é com dedicatória.
Tenho 39 anos. Cresci a ouvir esta música em casa dos meus pais. No dia 25 de abril de 1974 estávamos os 3 em Paris, para onde o meu pai foi trabalhar depois de regressar da guerra em Moçambique. É uma das músicas da minha vida e é impossível ouvi-la sem me emocionar. Como daquela vez em que vi o Chico Buarque cantá-la ao vivo no Coliseu do Porto. E agora vou ali colocar o CD na aparelhagem para chorar de alegria mais um bocadinho. Viva o 25 de abril! Viva a liberdade!
Sandra / Acordo Fotográfico
Viva, Sandra. Esta é uma canção com história. A celebrar o fim da censura em Portugal quando o Brasil vivia ainda sufocado sob a férrea censura imposta pela ditadura militar. Gosto dela também por isso.
Bela e inspirada escolha. A Música expande sempre magnificamente o sentimento, e derrama-o, ao mesmo tempo que (paradoxo…) o adoça.
Canção incluída naquele que é talvez o álbum da minha vida: ‘Chico e Bethânia ao vivo’.
Da minha.
Da nossa, Fonte Próxima.