Eu, amanhã, no Hard Club, com os Wraygunn (até já tenho bilhete porque comprei o novo álbum). Eu, amanhã à mesma hora, em Santa Maria da Feira, com os Low. Caramba, são menos de trinta quilómetros. Deve haver uma forma…
5 comentários em “A teoria da relatividade não terá uma solução?”
Não vai ser fácil. Mas, depois de ouvir estes Low (que não conhecia) percebo o problema. Talvez a opção melhor seja ir amanhã ver os Low e deixar os Wraygunn para outro dia. Eles andam por aí… 🙂 No próximo fim de semana vão estar em algumas FNAC aqui por Lisboa…
À partida, essa teria sido a opção mais sensata, Ana. Mas não era só eu quem já tinha bilhete para os Wraygunn… Já agora: ver Wraygunn num dos espaçozitos da Fnac deve ser como ver um tigre enjaulado…
Eia, isso já foi há uns anitos, André. Lançaram vários excelentes álbuns depois disso, alguns onde experimentaram aumentar o nível de “explosividade” (por exempllo, The Great Destroyer, de 2005 – When I go deaf foi um dos meus temas desse ano), outros mais de regresso ao som denso e lento (fantástico Drums and Guns, de 2007). E estiveram no palco secundários do Festival do Sudoeste há um par de anos, parece que cilindrados por um ambiente que, convenhamos, não condiz com a música deles e pelo ruído que vinha do palco principal ou qualquer coisa assim (já não me lembro bem do que é que correu mal)…
E vale a pena ver o vídeo de Try to Sleep, primeiro single do último álbum, C’mon, 2011), que, na minha opinião, é fascinadoramente deprimente: http://escafandro.blogs.sapo.pt/292304.html
Não vai ser fácil. Mas, depois de ouvir estes Low (que não conhecia) percebo o problema. Talvez a opção melhor seja ir amanhã ver os Low e deixar os Wraygunn para outro dia. Eles andam por aí… 🙂 No próximo fim de semana vão estar em algumas FNAC aqui por Lisboa…
À partida, essa teria sido a opção mais sensata, Ana. Mas não era só eu quem já tinha bilhete para os Wraygunn…
Já agora: ver Wraygunn num dos espaçozitos da Fnac deve ser como ver um tigre enjaulado…
De acordo. A única vantagem é não termos que pagar, o que, nos dias que correm, é uma grande vantagem… 🙂
Ena pá, aos anos que não os ouvia! Nem sabia que ainda estavam no activo, perdi-lhes o rasto depois do genial “The curtain hits the cast”… Mea culpa.
Eia, isso já foi há uns anitos, André. Lançaram vários excelentes álbuns depois disso, alguns onde experimentaram aumentar o nível de “explosividade” (por exempllo, The Great Destroyer, de 2005 – When I go deaf foi um dos meus temas desse ano), outros mais de regresso ao som denso e lento (fantástico Drums and Guns, de 2007). E estiveram no palco secundários do Festival do Sudoeste há um par de anos, parece que cilindrados por um ambiente que, convenhamos, não condiz com a música deles e pelo ruído que vinha do palco principal ou qualquer coisa assim (já não me lembro bem do que é que correu mal)…
When I go deaf: 71U
http://www.youtube.com/watch?v=wRhCYFLI
E vale a pena ver o vídeo de Try to Sleep, primeiro single do último álbum, C’mon, 2011), que, na minha opinião, é fascinadoramente deprimente: 304.html
http://escafandro.blogs.sapo.pt/292