Não que a triste autora mereça, mas apenas por dois motivos: a mediocridade que confunde e um esclarecimento que clarifique. Diz ela, no terceiro parágrafo: «Temos, portanto, um dejá vue que ninguém parece ver.» É isto que precisamos de esclarecer: só se for ela e mais algum urso da roda dela, mas aqui não temos essas coisas. Muito menos um dejá vue. Que só ela parece ver, imaginem.
O déjà vu que ninguém vê
jmmcc,

Hummmmmm…..
Jamais vue, mais elle n’est pas au sommet de son art.
Je dirais même, vachement ‘emigrantex’ 😉
Emigrantex não é um dos irredutíveis gauleses?
Esse cromo, mesmo 🙂 Pelo menos passou a vida toda a tentar entrar na cidadela…
É um erro ortográfico menos incomum do que possa parecer. Em parte por se tratar de uma locução francesa, em parte por causa da sua expressão fonética: /deʒa vy/.
Por outro lado, num artigo de 238 palavras, em que se dão informações pertinentes acerca do rumo da saúde de todos, é curioso que o João Carvalho lhe dê, ao erro, tal destaque. Aliás, se bem lhe pergunto, para que servem os erros, para aprender, ou para achincalhar?…
Abraço
Não contei o número de palavras, mas vou acreditar em si. Para que serve um erro? Depende do urso.
Percebo, os ursos são animais irracionais mamíferos que pouco ou nada aprendem ao longo da sua vida.
Ao longo da minha vida? E da sua parece que também, não se sinta acanhado.
Não o tinha por animal irracional mamífero, João.
Aliás, parte da estima que nutro por si advém destas nossas tertúlias, tão prenhes da salutar troca de ideias, de razões, de reflexão sobre a natureza prima não só dos erros, das metonímias, mas também dos ursos e das suas vidas. Da vida deles, João, não da sua e mesmo, veja só, não da minha.
Aceito. Só que a história tem antecedentes.
Naturalmente, o comentário listado como anónimo acima é da minha autoria (errei no preenchimento de um dos campos da caixa de comentários, enfim, delitos).
Pois claro que aceita João, afinal de contas, o João é uma pessoa educada, de espírito aberto, capaz de fazer a destrinça entre um ataque soez e uma crítica positiva.
PS – Tinha? E você foi à estocada?
Eu percebi.
Há dias, Carlos…
Ainda por cima teve mesmo, mesmo azar, até sei que, qdo não se consegue escrever em itálico, se deve colocar entre aspas: http://jugular.blogs.sapo.pt/1964536.ht ml
Comigo? Quais? Ressabiadinho, vexa.
Obrigada pela resposta às perguntas que lhe deixei e pela adenda rectificadora que fez no post, não era preciso incomodar-se.
Com o texto da Ana Matos Pires descobri um problema de saúde pública que me merece toda a atenção. Com este, descobri que a Ana Matos Pires escreve “dejá vue”. Quanto a “tristezas” e a “mediocridade” estamos conversados.
A bem dizer, é como se já estivéssemos conversados antes, pelo que V. não precisava de ter esta maçada. No entanto, como esse parece ser o seu interesse, posso informá-lo de que vivo praticamente da saúde pública há pouco mais de um ano, por algo que não vem ao caso, mas que não é coisa pouca. E quer saber? Dos pontos de vista clínico, hospitalar, cirúrgico, medicamentoso, farmacológico, etc., só tenho a dizer o melhor. Dejá vue ou quê? Ou interessa-lhe menos se for eu a escrever em vez da A.Pires?
Por acaso não foi a Ana Matos Pires que escreveu, como está assinalado logo no início, mas concordo em absoluto consigo.
Foi ao lado, esta, hein?
Já agora que aqui estou, só espero que não lhe calhe a si nem a ninguém da sua família a falta de medicação pr uma doença crónica grave.
Hummmmm…. Os meninos e meninas Reboredos nunca fizeram o meu estilo. ml
Tanta ‘mea culpa’ não era precisa, Ana Matos Pires! Mas também depois disto
http://jugular.blogs.sapo.pt/3163480.ht
é bom que ao menos dê a cara no Delito: assim, sim. Sem links, não. É feioso.
E… perdão pela intromissão, o que é que a Laura Ramos tem a ver com o assunto, tb lhe causa engulho a grafia diversa da sensação angustiante de já se ter visto numa situação similar a esta, para a qual não há saída possível que não um pedido formal de desculpas?
Não me diga, Laura, que você é como as vespas, que não produzem mel, mas que são leais até ao fim. É que, sabe, não tenho qualquer interesse por mel, não imagino o motivo, mas adoro vespas, já fui picado múltiplas vezes e não há nada que me dê mais prazer do que espicaçar um ninho de ditas. E não, não sou masoquista.
🙂
Em anexo ao meu anterior comentário, Laura, se desejar links meus é só pedir para o meu email que terei todo o gosto em lhos fornecer. Apre, esta caixa de comentários é muito mal frequentada, falamos depois.
Desculpe? “mea culpa”? Erro interpretativo e auto-referência, só pode.
Já várias vezes “dei a cara” no Delito – uma delas, aliás, a convite do Pedro Correia – não percebo, portanto, a observação.
Qto ao link do post do Jugular que deixou, destinava-se a quem enfiasse a carapuça, não tive conhecimento de todos. A Laura acha que o João foi um dos que fez figura de urso ou dos que desconhece o estatuto de Provedor do Leitor, é isso?
PS: Só agora, ao reler a cx de comentários do meu post, percebi que o João Carvalho, cuja opinião sobre o assunto provedor continuo a desconhecer, era o João Carvalho autor do post. Ok, está explicado o ressabiamento.
Só para que conste:
– admitir comentários externos que questionem a presença de elementos do DO nesta caixa de comentários é apenas um favor decidido sem que fique para exemplo, pelo que não é sequer a abertura de um precedente;
– o facto pouco comum de haver alguns comentários sem resposta só resulta do meu velho princípio de apenas discutir com quem souber mais ou pelo menos tanto quanto eu.
Saber mais sobre? Tive um professor que um dia disse uma frase fantástica “Cheguei ontem de um congresso onde só génios éramos oito”, lembrei-me agora dela, a associação livre de ideias tem destas coisas.