22 comentários em “No Dia da Mulher ou noutro qualquer”

      1. Note que eu me referia á importância que dá ao facto de ele estar “perto, demasiado perto”. Dizer que está “demasiado perto” implica que haja um “suficientemente longe”.
        Foi isso que questionei. Pessoas destas não se querem longe nem perto. Tanto é uma besta em Espanha como o seria na Malásia.

        1. Expressei-me mal, certamente. ‘Perto’, neste caso, não é uma distância geográfica. Demasiado perto significa haver excessiva condescendência face a indivíduos deste género. Seja em nome do relativismo cultural – que nos induz a pensar que todos os hábitos e todas as tradições são igualmente inócuas e igualmente respeitáveis – seja sob outro pretexto qualquer.

      2. BESTAS sim senhor. Obrigada Pedro por aplicar tão bem essa palavra, e por lembrar neste dia que se pretende se fale mais do que o normal na mulher.
        São estas infelicidades que devem neste dia ser lembradas e se for por um homem, faz sentir qualquer mulher orgulhosa pelas diferenças na espécie. Este homem (esta coisa quero dizer) precisava de um enorme “aperto ” num local que me veio á lembrança e que como não tem osso, não corre o risco de partir…
        Desculpe a sinceridade!

  1. Perto, demasiado perto.

    O que quer o Pedro dizer com isto?

    A Catalunha não é tão perto assim.

    Do ponto de vista dos muçulmanos residentes em Portugal, a Catalunha não é o mais perto que se pode imaginar. A maior parte desses muçulmanos, sendo de origem do sul da Ásia, estão provavelmente mais perto dos seus compatriotas no Reino Unido.

    Ou, pergunto, tem o Pedro alguma informação que sugira que nalguma das mesquitas (e casas de oração) portuguesas são pregadas coisas semelhantes?

  2. Os paises europeus têm que pensar em arranjar mecanismos para expulsar individuos destes, com comportamentos verdadeiramente fascistas. Sem complexos de especie nenhuma.
    Ensinar a bater nas mulheres que se portam mal? E aos homens com comportamentos como o deste selvagem fazem-lhe o quê? Se calhar capá-los, ainda seria pouco!
    Sou avesso aos dias disto e daquilo, e como tive uma mão que era uma verdadeira Fada do Lar, ( que saudades eu tenho do seu sorriso, do seu carinho, da sua palavra sempre consoladora, mesmo nos momentos mais dificeis), tenho quatro filhas e dois filhos, e sou casado com uma Mulher que se licenciou depois de ter os filhos todos, ( não, não foi nas NO, nem na Independente, foi numa Universidade a serio), meus amigos, há muito que aprendi que todos os dias são Dias da Mulher.
    Apesar disso, deixo aqui um grande beijinho para as Mulheres deste Blog.

    1. Estes individuos têm de integrar-se na ordem constitucional dos países de acolhimento e não criar normas próprias em nome de “especificidades” religiosas ou culturais. Mesmo que alguns ‘antropólogos’ ou certos ‘sociólogos’ estejam sempre disponíveis para avalizar o seu pretenso “direito à diferença”.

      1. Nem mais, caro Pedro
        Contudo, penso ser o seu esforço clarificativo completamente menosprezado, não obstante a clarividência de expressão, simplesmente porque desde que o mundo é mundo houve sempre iluminismo suficiente para refutar o evidente.
        Sobretudo quando a contradição gratuita é alicerçada numa pretensa vaidade apreciativa.

        1. Não falta muito laico por cá que tolera os mulás ‘in su sitio’. Desde que exibam credenciais “anti-imperialistas” e suficiente carga de ódio aos Estados Unidos.

  3. Estamos só a meio passo da barbárie…
    Isto, sim, é preciso divulgar e condenar sem complexos nem contemplações. E não digo que o tipo deveria ser devolvido à terra dele porque na terra também há mulheres. E são as que mais sofrem estes despotismos cobardes, mascarados de religião ou de tradição cultural.

    1. Infelizmente, com a bênção de algumas bempensâncias cá do burgo. As mesmas que fecham os olhos às lapidações e às excisões em nome do relativismo cultural e do “respeito pelas tradições” de povos “anti-imperalistas” e “anticolonialistas”.

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