01 de Junho de 2004: "Sentimo-nos com grande apoio das pessoas. Queremos sensibilizar as pessoas para a necessidade de irem votar e que de nada serve estarem revoltadas com a crise económica, com o desemprego, com este Governo, com as várias negociatas em que o Governo se vai metendo, se não expressarem isso no voto", insistiu o candidato socialista. O dia 13 de Junho, prosseguiu, será uma oportunidade para "dar uma lição à direita"
08 de Junho de 2004: O "número dois" do PS nas eleições europeias, António Costa, fez ontem um apelo ao voto nos socialistas no próximo dia 13 de Junho, que incluiu os "historicamente do PSD" que "vêem falta de clareza e transparência na coligação". […] No apelo, António Costa incluiu "os que há dois anos não votaram no PS porque pensavam que o PS tinha uma política de direita", os que "acreditavam que a direita era sinónimo de progresso" e os que "sentem grande desânimo", que "assobiam Paulo Portas e Manuela Ferreira Leite".
Estamos esclarecidos quanto às questões europeias?
Ah, ganda Costa, que deixou de ser deputado europeu, deixou de ser ministro e se calhar agora até deixa de ser presidente de câmara, a avaliar pelo meducho com que por aí estão do Santana Lopes (de má memória).
Apesar de tudo, prefiro o Costa ao Lopes.
Eu desconfio que prefiro abster-me…
Estava a ver que ninguém pegava nas contradições socialistas, já tinha lançado o repto no 31.
Pois é, caro António, há muito por onde pegar. Mas nisto das contradições, os sociais-democratas não estão muito melhor…
Estamos.
Há quem não esteja…
Eu gosto é da Máquina do Tempo do post abaixo…
Mas que bem apanhado, Jorge! Para alguém se aguentar na política portuguesa precisa de ser versado na arte do contorcionismo, não há dúvida…Abraço!