Cada vez preciso mais de silêncio. Sem darmos por isso viciámo-nos em ruído e agora temos medo do que não tem som, porque essa ausência nos tira a ilusão de companhia.
17 comentários em “Silêncio”
silêncio e solidão, por momentos. tudo o que precisamos.
O meu aplauso, Aniuska. (risos) É sempre bom reencontrar amigas sendo por vezes divertido, outras constrangedor.(sorriso tímido) Um beijinho e bom fim-de-semana, querida Av. 😀
Cada vez penso mais nisso, Ana. Até em funerais deixou de haver recolhimento. E o minuto de silêncio deixou de o ser: passou a ser um minuto de barulho e palmas. Ainda agora testemunhei mais um. As pessoas parecem ter pânico do silêncio.
Eu acho que têm mesmo, Pedro. Tem medo do silêncio quem tem medo da solidão, como se fosse insuportável estar sem outras presenças por perto. Eu, pelo contrário, preciso de ambos para o meu equilíbrio e mesmo para a minha sanidade mental.
Gosto de rebuliço, mas sempre precisei de silêncio, talvez por ser filha única, não sei. E cada vez mais me sinto contra-corrente nesta matéria. A maioria parece confundir silêncio com vazio, duas coisas tão distintas.
Helena, e a maravilha que é um silêncio partilhado? É uma coisa preciosa, porque é raro termos com quem fazer isso sem embaraço ou a “obrigação” de falar.
silêncio e solidão, por momentos. tudo o que precisamos.
Isso mesmo, Patrícia. Silêncio, solidão e liberdade para pensar sem condicionamentos. O maior luxo de todos.
A Berlenga dá uma grande ajuda para aprender a escutar o silêncio…bom e também as pardelas, convenhamos…
A Berlenga é um excelente lugar para pensar, Fernando. Muito inspirador.
Há silêncios que falam…
http://www.youtube.com/watch?v=pcHnL7aS6 4Y&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=hUJagb7hL 0E
E hoje, Anita, não há coincidências?
Bom jantar 🙂
Ah, finalmente descubro quem é a Ana de Sá! (sou lenta, eu sei) O jantar foi óptimo, cheguei agora a casa. E as coincidências são só amanhã… 🙂
Boa achega, essa do John Cage. A peça “musical” já passou aqui no Delito, a propósito do embaraço e do medo do silêncio. É um excelente exemplo.
O meu aplauso, Aniuska. (risos)
É sempre bom reencontrar amigas sendo por vezes divertido, outras constrangedor.(sorriso tímido)
Um beijinho e bom fim-de-semana, querida Av.
😀
E o mesmo para ti, misterious girl. 🙂
No nosso caso foi divertido. 🙂
Cada vez penso mais nisso, Ana. Até em funerais deixou de haver recolhimento. E o minuto de silêncio deixou de o ser: passou a ser um minuto de barulho e palmas. Ainda agora testemunhei mais um. As pessoas parecem ter pânico do silêncio.
Eu acho que têm mesmo, Pedro. Tem medo do silêncio quem tem medo da solidão, como se fosse insuportável estar sem outras presenças por perto. Eu, pelo contrário, preciso de ambos para o meu equilíbrio e mesmo para a minha sanidade mental.
O silêncio é sala onde nos sentamos connosco. E é ensurdecedora a falta de palavras que temos para nós.
É verdade, Cristina. As paredes do silêncio são espelhos, por isso enchemos tantas vezes a sala de tudo o que nos impeça de nos olharmos neles.
Ai! Ana como te entendo. Três para mim é uma multidão. Dois, bem, dois é tolerável se falarem à vez…
Gosto de rebuliço, mas sempre precisei de silêncio, talvez por ser filha única, não sei. E cada vez mais me sinto contra-corrente nesta matéria. A maioria parece confundir silêncio com vazio, duas coisas tão distintas.
Muito distintas, Teresa. Mas ambos intimidam quem os confunde.
Helena, e a maravilha que é um silêncio partilhado? É uma coisa preciosa, porque é raro termos com quem fazer isso sem embaraço ou a “obrigação” de falar.