Ganhei o dia a ler o ‘Trabalhos e paixões de Fernando Assis Pacheco’, do Nuno Costa Santos. Sobre o livro, desde ele valer a pena até ao rigor da escrita, falarei outro dia. Agora, que o fechei, apetece-me ficar a pensar num conselho dado pelo Assis a uma das filhas: uma pessoa tem de parecer-se com aquilo que ela é. São tantos anos a ouvir aquela coisa da mulher de César que quase nos esquecemos de que o parecer, ou vem do ser, ou então não interessa para muito. E isto é só o começo. Cheira-me que vou andar com esta frase por uns tempos.
(a imagem é retirada daqui)


Há escritores de quem inexplicavelmente se deixou de falar. Assis Pacheco é um dos meus. Ficou-me o ‘Benito Prada’ na memória, a partir de certas escadinhas em que viveu, em frente ao Nicola destas bandas. Um amolador de facas e tesouras cuja descendência meia cidade e meio Portugal conheceu.
vê-se mesmo que és coimbrinha… 😉
E tu que és alfacinha … 🙂
Sim senhor, sou Leal por natureza…. : coimbrã, conimbricense, coimbrinha, coimbrona: o que quiseres.