Não sei se sabe (estou a ver que não sabe) que muita, muita gente, por causa disso mesmo, pronuncia pregar e pregar da mesma maneira. Sobretudo as pobres criancinhas na escola, com as quais toda a gente se preocupa tanto para que aprendam com mais facilidade.
@Vasco Não sei se sabe (vejo que não sabe) chegou onde eu queria: concluiu sozinho que aquilo que, na sua opinião, é um problema de pronuncia gerado pela ortografia, não apareceu com o AO, não tem nada a ver com ele. Bem pelo contrário, é uma das características mais peculiares da ortografia portuguesa (homografas que não são homófonas).
Agora é só percorrer as “maldades” do AO e ir repetindo esta conclusão.
Portanto, acusar o AO de maldades ortográficas, é como chamar indecente a um jogador porque vai entrar em campo com “aquela” camisola e, simultaneamente, não ter nada a dizer sobre todos os outros já estão dentro de campo com uma camisola igual. É assim uma espécie de “esplendor em campo” do anti-AO.
A árvore que dá magnórios é a nespereira ?
Não. É a manória. O G foi à vida por ter sido despromovido a consoante muda.
E… aloquete é cadeado ?
Você hoje está muito… aloquaz.
Como irá ser a expressão gestual, respeitando o novo acordo ortográfico?
Não sei como vai ser, mas tenho uma sugestão. Um dedo basta.
Sim… desde que os restantes se dobrem…
Nada mais “aloquaz”.
AAAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAH :))))))))
Boa pergunta. E para os invisuais?
Os invisuais levam com o acordês em Braile. Assim só com um L, porque o outro não é cego mas é mudo.
Boa pergunta, Bartolomeu. Será que vão cortar os dedos mudos?
Desde que não cortem os dedos médios…
Esses nunca. E depois como é que se protestava contra o AO?
Desde que exista veemência no protesto, é sempre possível usar o pulegar e o mindinho… vendo bem, estéticamente, o gesto é até mais aristocrático.
Tem razão. Ou o indicador, para apontar ao AO a porta da rua.
– Vais pregar?
– Vou.
Quem vai pregar, o padre ou o carpinteiro?
A culpa também é do AO?
AO 3 – Burrógrafos 0
– Vossa Excelência zurra?
– Por quem me toma?
– Peço perdão: não zurra?
– Nada disso. Só não suporto que me chame Excelência.
(desculpa, Ana: hoje deu-me também para escrever um microconto)
E dos bons. 🙂
Não sei se sabe (estou a ver que não sabe) que muita, muita gente, por causa disso mesmo, pronuncia pregar e pregar da mesma maneira. Sobretudo as pobres criancinhas na escola, com as quais toda a gente se preocupa tanto para que aprendam com mais facilidade.
Por vezes é preciso pregar o óbvio.
@Vasco
Não sei se sabe (vejo que não sabe) chegou onde eu queria: concluiu sozinho que aquilo que, na sua opinião, é um problema de pronuncia gerado pela ortografia, não apareceu com o AO, não tem nada a ver com ele. Bem pelo contrário, é uma das características mais peculiares da ortografia portuguesa (homografas que não são homófonas).
Agora é só percorrer as “maldades” do AO e ir repetindo esta conclusão.
Portanto, acusar o AO de maldades ortográficas, é como chamar indecente a um jogador porque vai entrar em campo com “aquela” camisola e, simultaneamente, não ter nada a dizer sobre todos os outros já estão dentro de campo com uma camisola igual. É assim uma espécie de “esplendor em campo” do anti-AO.
O «acordo» aumentaria esses casos… Basta isso e basta um caso para o classificar como mau.