24 comentários em “Acordo burrográfico (3)”

          1. Desde que exista veemência no protesto, é sempre possível usar o pulegar e o mindinho… vendo bem, estéticamente, o gesto é até mais aristocrático.

    1. – Vossa Excelência zurra?
      – Por quem me toma?
      – Peço perdão: não zurra?
      – Nada disso. Só não suporto que me chame Excelência.

      (desculpa, Ana: hoje deu-me também para escrever um microconto)

    2. Não sei se sabe (estou a ver que não sabe) que muita, muita gente, por causa disso mesmo, pronuncia pregar e pregar da mesma maneira. Sobretudo as pobres criancinhas na escola, com as quais toda a gente se preocupa tanto para que aprendam com mais facilidade.

      1. @Vasco
        Não sei se sabe (vejo que não sabe) chegou onde eu queria: concluiu sozinho que aquilo que, na sua opinião, é um problema de pronuncia gerado pela ortografia, não apareceu com o AO, não tem nada a ver com ele. Bem pelo contrário, é uma das características mais peculiares da ortografia portuguesa (homografas que não são homófonas).

        Agora é só percorrer as “maldades” do AO e ir repetindo esta conclusão.

        Portanto, acusar o AO de maldades ortográficas, é como chamar indecente a um jogador porque vai entrar em campo com “aquela” camisola e, simultaneamente, não ter nada a dizer sobre todos os outros já estão dentro de campo com uma camisola igual. É assim uma espécie de “esplendor em campo” do anti-AO.

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