Sempre que ouço António José Seguro a perorar, fico com a sensação de déjà vu. Ele abre a boca e até já adivinho mais ou menos o que vai sair dali. São sempre as mesmas ideias (ou as mesmas faltas de ideias), naquele tom pouco firme e com a débil convicção de quem está metido no enorme molho de bróculos em que José Sócrates meteu o PS.
Por isso, não estranho que circule com força crescente a mensagem que tem chegado aos meios públicos de que os socialistas estão a sentir-se órfãos. Acredito. Seguro não só não é o pai como só lhes oferece um asilo que ainda nem sequer foi aprovado pela inspecção. Mas tenham calma, porque é muito capaz de ser melhor assim do que ter o padrasto que tiveram.


Quase chego a ter pena, porque tem de estar sempre no contra, apesar de, provavelmente, nem sequer acreditar no que diz ou até de se mostrar um verdadeiro Monsieur de Lapalisse.
De qualquer forma, qualquer que seja a versão, será sempre muito melhor que o padrasto.
O que vale é que ele não é estaladiço, ou ficaria uma espécie de Croque Monsieur de Lapalisse…
Mas não tenha a menor dúvida. Foi impertinente e fastidioso o outro sr.
Todos de acordo, portanto.
Tenho pena dele, está de passagem num lugar a ser “queimado”.
Não irá sentir muito, porque também ele já está queimadinho…
João:
O AJS lá perorar perora só que a socratice trapaceira que ainda é dona e senhora do PS não o deixa fazer mais nada e tal como o governo ou efectuam a barrela a esta nódoa que mancha o país desde 2005 ou este polvo e os seus tentáculos continuarão a dar cartas e a definir a seu belo prazer onde actuar e como actuar.
O que só agrava a capacidade de Seguro: nem dos anteriores conseguiu livrar-se.