Pérolas a PIIGS.


vidabreve,

Correndo o risco de maçar a poetisa Elisabete, o doutor Amorim e outros vultos tormentosos do liberalismo e da moral, aqui deixo o envio para um artigo recente de Paul Krugman no New York Times. Chama-se “O Fiasco da Austeridade“. E como sei que a sabedoria, principalmente a que nos chega  dos sãos princípios da escola da vida, nem sempre é acompanhada por um conhecimento profundo de línguas estrangeiras, eis um bom resumo em português.

6 comentários em “Pérolas a PIIGS.”

  1. esse Krugman é …trólaró, não diz nada de jeito… é mais um Victor Constancio, ou quiçá, um Teixeira dos santos!! o que Portugal tem que fazer é sair do Euro e não perder tempo com esse gajo, esse judeu…o krugman tambem deve ter amnésia e da grave, já que os factos são muito recentes…a europa após a crise de 2008 mandou o Governo de Socrates se endividar para combater a crise…e o resultado está á vista…não existe “austeridade” em Portugal o que existe é que não há dinheiro…não existe dinheiro a circular em Portugal…sempre que não há dinheiro existe austeridade…

  2. Hahah. O conselheiro da Enron que disse que após a bolha das dotcom era preciso a bolha do imobiliário…
    e ao mesmo tempo diz que os salários devem descer 20-30%.
    Krugman também diz que é boa ideia partir janelas para depois as reparar e fica decepcionado quando um atentado não destruiu muita coisa porque assim já não há “crescimento”…
    O que o Krugman diz é o que todos os estatistas dizem : austeridade para todos menos para o Estado: aí é imprimir ilimitadamente como aliás outro keynesiano com problemas em pagar as contas e bem mais próximo nós diz…
    Os custos transferem-se para o Economia Livre, a fora do Estado.

    1. Peco respeitosamente a este senhor que me mostre um artigo que seja onde o Krugman defenda a bolha das dotcom, a Enron e a impressao discriminada de dinheiro.

  3. Mas, em Portugal, o que se passa é que não nos querem emprestar dinheiro.
    Se o dinheiro entrar, tanto melhor. Acontece que, por qualquer razão obscura, não parecem muito interessados em investir em Portugal ou emprestar dinheiro a Portugal.
    Pegue em 50 ou 100 milhões e invista que ninguém o impede. Não tem? Peça emprestado. Ou acha que não lhe emprestam por maldade?

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