Enio Morricone é enorme. A banda sonora d’ A Missão é uma das minhas favoritas. Não percebo como é que a Academia lhe sonegou um Oscar por esta e outras obras.
Também nunca percebi, é um dos melhores nomes para exemplificar as injustiças da Academia. Acabou compensado com um óscar honorário. A banda sonora em causa é uma das poucas que só de ouvi-la consigo lembrar-me de praticamente todas as cenas do filme.
Fabulosa! Se o filme conseguiu aquela atmosfera inconfundível penso que também foi pela música! Claro que aquele grupo de actores ligou mesmo bem! Mas a música… não há palavras realmente…
É verdade, Ana. O grupo de actores teve muita influência no sucesso do filme, mas entre esses houve dois que se destacaram claramente em relação aos restantes: o Sean Connery e o De Niro, o Jim Malone de um e o Al Capone do outro são brilhantes.
É verdade, Jorge! Foi o papel do Sean Connery! (Além do de um escritor, Forrester, noutro filme…) E o de Niro foi um Al Capone perfeito! Mas aquele grupo… ainda me consegue comover, acreditas? Aquele grupo funcionou mesmo bem! E até a actriz secundária, lembras-te? a mulher de um deles? Enfim… há coincidências que dão uma atmosfera única a um filme… irrepetível e mágica…
Enio Morricone é enorme. A banda sonora d’ A Missão é uma das minhas favoritas. Não percebo como é que a Academia lhe sonegou um Oscar por esta e outras obras.
Como diz o Ricardo, Morricone é enorme. Talvez só a par de um Nino Rota e de um Henry Mancini, na música composta exclusivamente para filmes.
Também nunca percebi, é um dos melhores nomes para exemplificar as injustiças da Academia. Acabou compensado com um óscar honorário. A banda sonora em causa é uma das poucas que só de ouvi-la consigo lembrar-me de praticamente todas as cenas do filme.
Fabulosa! Se o filme conseguiu aquela atmosfera inconfundível penso que também foi pela música!
Claro que aquele grupo de actores ligou mesmo bem!
Mas a música… não há palavras realmente…
É verdade, Ana. O grupo de actores teve muita influência no sucesso do filme, mas entre esses houve dois que se destacaram claramente em relação aos restantes: o Sean Connery e o De Niro, o Jim Malone de um e o Al Capone do outro são brilhantes.
É verdade, Jorge! Foi o papel do Sean Connery! (Além do de um escritor, Forrester, noutro filme…)
E o de Niro foi um Al Capone perfeito!
Mas aquele grupo… ainda me consegue comover, acreditas? Aquele grupo funcionou mesmo bem! E até a actriz secundária, lembras-te? a mulher de um deles?
Enfim… há coincidências que dão uma atmosfera única a um filme… irrepetível e mágica…
“Além do de um escritor, Forrester, noutro filme…”
No meu filme favorito do Gus Van Sant, embora também tenha boas recordações de Connery n’O Nome da Rosa’.
“E até a actriz secundária, lembras-te? a mulher de um deles?”
Presumo que seja a mulher do Ness? Recordo-me vagamente…