Uma impagável paródia ao adágio da rosa, de A Bela Adormecida. Alice’s Adventures in Wonderland, com coreografia de Christopher Wheeldon, música de Joby Talbot e cenografia e figurinos de Bob Crawley, foi uma aposta arriscada do Royal Ballet (onde já não era criada uma obra de longa duração desde 1995) no ano passado. Resultou em cheio (crítica no The Guardian). Disponível em DVD e Blu-ray.
A Rainha de Copas é Zenaida Yanowsky.

Fantástico, jaa. E depois… ‘la vie est un ballet’, não concordas?
(embora não precise de ser convencida, porque desde que vi a Margot e o Rudolf ao vivo nunca mais me curei… )
Absolutamente fabuloso. Ri de gosto.
Eu como a Laura vi Margot e Rudolf no seu apogeu.
E também Baryshnikov, lindo, ao vivo.
Alguma vantagem a idade há-de trazer…
Ainda bem que gostou, Helena. Há outros excertos no Youtube, menos hilariantes mas bastante bons.
E, caramba, toda a gente os viu ao vivo menos eu? Em 79, quando Margot se reformou, eu já tinha dez anos, a caminho dos onze, mas suponho que nesse ano ela não terá passado pelo cineteatro de Seia…
jaa, hás-de contar-nos isso um dia destes. No Camelo.
Não há grande coisa a contar: eu não cresci em Seia mas cresci a menos de vinte quilómetros, pelo que o cineteatro de Seia (que não sei se já existia em 79) era o local mais próximo onde ver filmes e outras coisas (essencialmente filmes). Mas suponho que as dançarinas mais “conceituadas” que alguma vez por lá passaram terão sido – sei lá – as Doce. 🙂
E, quanto ao Camelo, pode ser. Já lá não vou há uns anos.
Meninos, eu alinho num almoço ou jantar no Camelo! Tenho saudades de lá ir. Jaa, inventas qualquer coisa, não interessa… 🙂
Pois é meu caro jaa. Em 1979 eu era uma jovem mãe de dois rebentos traquinas… que gostava de ballet, área em que me havia iniciado quando tinha oito anos. Ficou-me, por isso, o vício!
Que sorte, Helena! Baryshnikov ao vivo! Esse prato não tive, mas merecia porque sou fã… E convenhamos que tem bem melhor cara que o Nureyev 🙂
E Laura roi-te de inveja, porque o vi em NY. Mais do que lindo, era escultural…
Grande momento, Jaa! Divertidíssimo.
Hummm… o Baryshnikov ao vivo? Que desatino! Ainda bem que não foi comigo, não sei se resistiria a invadir o palco armada em fã descontrolada. Também eu vi o Nureyev ao vivo, mas num dia de azar e já em pleno declínio. Mesmo assim ainda era uma figura impressionante, com uma expressão muito invulgar.
Viste? Ao colo da tua mãe, suponho. (Ainda assim, que sorte.)
Quanto à vida ser um ballet, não sei… Desde logo, eu não acerto um passo. E depois há muita falta de leveza e de coordenação por aí.
Ao colo não digo, mas penso que os pés não me chegavam ao chão… Pelo TAGV dos fins dos anos 60 passavam então coisas assim, “simplezinhas”… Acertaste foi numa coisa: a culpada era a minha mãe, que é ‘vidrada’ em ballet desde que a conheço e me transmitiu o vírus 🙂
(olha, o ballet moderno apanhou bem essa coisa da descoordenação. Por isso repito: la vie est un ballet)
Ó jaa o que há são pés pesados. Se te inscreveres nos Alunos de Apolo, garanto-te que ficas leve que nem uma pena.
E não estou a brincar. Se os intelectuais da nossa praça, lá fossem sem preconceitos, garanto-te que faziam mais pela saúde mental e física do que a irem glamourosos ao ginásio. Fala quem sabe!
Não posso, Helena. Alunos de Apolo é uma pressão demasiado forte. Ainda se fossem os Alunos de Hefesto…
Muito bom! Obrigado pela partilha! 🙂
É, não é? E de nada.
Estava a ver que só comentavam meninas… 😉