O arrependimento é um sentimento muito humano. Pelo menos tão humano como a mentira ou a dissimulação. A investigadora Leanne ten Brinke decidiu por isso desenvolver um estudo com o objectivo de ajudar a distinguir o arrependimento genuíno de comportamentos simulados. Os resultados do estudo são muito importantes, por exemplo, para os magistrados que devem decidir a graduação das penas tendo em conta se certos arguidos estão a enunciar um acto de contrição honesto ou apenas a chorar lágrimas de crocodilo. Pelo visto, os que fingem arrependimento apresentam instabilidade emocional, alternando momentos de raiva e de alegria. Trata-se, como se vê, de um mero indício que será muito difícil de identificar na maior parte das situações. Por isso, na falta de outros sinais mais evidentes, é sempre boa ideia dar uma volta nas redondezas dos Tribunais para ver se existe por lá algum jornalista agarrado aos países baixos.


Sem comentários…
Pois, TA.
Gosto da ideia de pena suspensa. Sou a favor de que o pobre idiota da aldeia, mais a sua santa mãezinha, consigam viver em paz e sossego, pois dá para perceber que os doutos juízes perceberam e bem das necessidades emocionais daquelas pessoas. Na foto dá para perceber da honestidade do gesto da santa mãezinha, pessoa que teve a honra de educar o idiota da aldeia. Agora o jornalista e a fotógrafa ?! Espero que o colectivo de doutos juízes (seres iluminados e capazes de grande discernimento moral, emocional e intelectual) os prendam pois foram eles os causadores dos distúrbios à porta do tribunal. Não tivesse os genitais perto do pé do idiota da aldeia, nem a outra a face tão próxima da mãe da santa mãezinha! Senhores doutores juízes, vós seres iluminados, pena pesada para estes prevaricadores, que pertencem se dão ao luxo de trabalhar e informar. Era apanhá-los e oferecer-lhes uma pena de prisão entre 5 a 6 anos! Agora ao idiota que preside ao colectivo de juízes: és o maior! A sério. A tua perspicácia fez-me acreditar na capacidade intelectual das amibas. Sem toga.
Maria Lopes
É, Maria. Eu também sinto falta de uma teoria que desculpabilize o jovem.
Ao ritmo demográfico actual, onde o RSI financia filhos a esta gente tendo como contraponto a cada vez mais baixa taxa de natalidade dos que trabalham e pagam impostos, nem é preciso ser o Zandinga ou o bruxo de Fafe para ver onde é que isto vai parar…
Irra.
Os americanos têm uma expressão muito curiosa, não sei se conhecem, “white trash”.
Não sei igualmente porque me lembrei dela.
Trash is trash. Black or white.
Filho da mãe.
Quem sai aos seus…