Se o arrependimento matasse, este caía fulminadinho junto à mãezinha dele


Rui Rocha,

 

O arrependimento é um sentimento muito humano. Pelo menos tão humano como a mentira ou a dissimulação. A investigadora Leanne ten Brinke decidiu por isso desenvolver um estudo com o objectivo de ajudar a distinguir o arrependimento genuíno de comportamentos simulados. Os resultados do estudo são muito importantes, por exemplo, para os magistrados que devem decidir a graduação das penas tendo em conta se certos arguidos estão a enunciar um acto de contrição honesto ou apenas a chorar lágrimas de crocodilo. Pelo visto, os que fingem arrependimento apresentam instabilidade emocional, alternando momentos de raiva e de alegria. Trata-se, como se vê, de um mero indício que será muito difícil de identificar na maior parte das situações. Por isso, na falta de outros sinais mais evidentes, é sempre boa ideia dar uma volta nas redondezas dos Tribunais para ver se existe por lá algum jornalista agarrado aos países baixos.

 

10 comentários em “Se o arrependimento matasse, este caía fulminadinho junto à mãezinha dele”

  1. Gosto da ideia de pena suspensa. Sou a favor de que o pobre idiota da aldeia, mais a sua santa mãezinha, consigam viver em paz e sossego, pois dá para perceber que os doutos juízes perceberam e bem das necessidades emocionais daquelas pessoas. Na foto dá para perceber da honestidade do gesto da santa mãezinha, pessoa que teve a honra de educar o idiota da aldeia. Agora o jornalista e a fotógrafa ?! Espero que o colectivo de doutos juízes (seres iluminados e capazes de grande discernimento moral, emocional e intelectual) os prendam pois foram eles os causadores dos distúrbios à porta do tribunal. Não tivesse os genitais perto do pé do idiota da aldeia, nem a outra a face tão próxima da mãe da santa mãezinha! Senhores doutores juízes, vós seres iluminados, pena pesada para estes prevaricadores, que pertencem se dão ao luxo de trabalhar e informar. Era apanhá-los e oferecer-lhes uma pena de prisão entre 5 a 6 anos! Agora ao idiota que preside ao colectivo de juízes: és o maior! A sério. A tua perspicácia fez-me acreditar na capacidade intelectual das amibas. Sem toga.
    Maria Lopes

  2. Ao ritmo demográfico actual, onde o RSI financia filhos a esta gente tendo como contraponto a cada vez mais baixa taxa de natalidade dos que trabalham e pagam impostos, nem é preciso ser o Zandinga ou o bruxo de Fafe para ver onde é que isto vai parar…

  3. Os americanos têm uma expressão muito curiosa, não sei se conhecem, “white trash”.
    Não sei igualmente porque me lembrei dela.

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