Não faz muito tempo que no cruzamento da calçada da Ajuda com a rua da Junqueira, na Freguesia de Santa Maria de Belém, mesmo em frente do Museu dos Coches, fui mandado parar por um polícia sinaleiro para que um eléctrico pudesse prosseguir a sua marcha. Mas são raros, sim senhor. E faziam melhor trabalho que os sinais luminosos.
Conheci esse “cabeça de giz”, não há muito tempo. E um outro, menos recentemente, na esquina da Rua da Escola Politécnica com a Rua Nova de São Mamede, também em Lisboa. Mas creio poder dizer com segurança que “disto já não há”. Ao contrário do que sucedia na nossa infância, em que eram tão vulgares como os ardinas (que também já não há).
Agora assinalam multas. E com que desvelo!
Mas pelo menos têm a cabeça mais leve, Teresa. Aquele capacete devia ser um pouco incómodo. Penso eu de que.
Não faz muito tempo que no cruzamento da calçada da Ajuda com a rua da Junqueira, na Freguesia de Santa Maria de Belém, mesmo em frente do Museu dos Coches, fui mandado parar por um polícia sinaleiro para que um eléctrico pudesse prosseguir a sua marcha.
Mas são raros, sim senhor. E faziam melhor trabalho que os sinais luminosos.
Conheci esse “cabeça de giz”, não há muito tempo. E um outro, menos recentemente, na esquina da Rua da Escola Politécnica com a Rua Nova de São Mamede, também em Lisboa. Mas creio poder dizer com segurança que “disto já não há”. Ao contrário do que sucedia na nossa infância, em que eram tão vulgares como os ardinas (que também já não há).
Esta foto prova que o desperdício de dinheiros públicos já vem de trás. Colocarem um sinaleiro mesmo por baixo de um semáforo ?
Os semáforos, naquela época, destinavam-se apenas aos veículos de tracção animal.