Velharia gostosa. Juntou-se aos Crosby, Stills & Nash, que passaram a Crosby, Stills, Nash & Young. Apesar das carreiras de David Crosby, Stephen Stills e Graham Nash, a de Neil Young merece especial distinção, quanto a mim.
O álbum After the Gold Rush (lançado em 1970 e em que também participou Stephen Stills) é quase uma obra de arte do princípio ao fim. Coloco o After the Gold Rush no mesmo elevado plano do álbum Elton John (que Elton John lançou no mesmo ano de 1970).
harvest é realmente um disco para “senhoras” (em sentido figurado, claro), para quem conhecia o neil young anterior, a solo (já tinha 3 albúns publicados) e com os “buffalo springfield” onde tocou com o steve stills. para o “harvest” deve ter sido influenciado por esta sua grande amiga e compatriota canadiana, e sobretudo grande figura da música popular do continente da américa do norte: joni mitchell. que, entre outras, escreveu esta belíssima canção sobre a perda:
A ‘Rolling Stone’ elegeu ‘Harvest’ entre os 100 melhores discos de todos os tempos. Eu estou de acordo, claro. Temas como ‘Old Man’, ‘Alabama’, ‘Out on the Weekend’, ‘Harvest’ e este que agora trago confirmam isso. Jamais cansam por mais que se escutem.
Ora bem, mais um grande artista. Sem dúvida um grande álbum em que, na minha opinião, se destacam 3 grandes músicas, Heart of gold, The needle and the damage done e…. WORDS – Between the lines of age, esta última é mesmo uma grande música. Hawks & doves também não é mau e mais para o fim o rockin’ in the free world (que os mais novos pensam que é dos Pearl Jam)… Enfim grandes sons.
Velharia gostosa. Juntou-se aos Crosby, Stills & Nash, que passaram a Crosby, Stills, Nash & Young. Apesar das carreiras de David Crosby, Stephen Stills e Graham Nash, a de Neil Young merece especial distinção, quanto a mim.
O álbum After the Gold Rush (lançado em 1970 e em que também participou Stephen Stills) é quase uma obra de arte do princípio ao fim. Coloco o After the Gold Rush no mesmo elevado plano do álbum Elton John (que Elton John lançou no mesmo ano de 1970).
Concordo, compadre. E junto-lhes este ‘Harvest’, de Neil Young, salvo erro de 1971 – para mim um dos melhores álbuns de sempre.
Oh malta, tenham dó !! O Harvest !! 1971, os meus 16 anos !! A juventude, as paixões de Verão ! Mas vocês querem que o meu soluçar se ouça em Marte …?
O que eu ouvi este disco na minha velhinha versão em vinil. Até se gastar…
Já ouvi o ‘Tell me Why’ no ‘After the Gold Rush’. Gostei, sim senhor.
Neil Young para mim é Harvest. Ouvido e consumido até à exaustão 🙂 Vou explorar o “After the gold rush”.
És uma exploradora!
harvest é realmente um disco para “senhoras” (em sentido figurado, claro), para quem conhecia o neil young anterior, a solo (já tinha 3 albúns publicados) e com os “buffalo springfield” onde tocou com o steve stills.
para o “harvest” deve ter sido influenciado por esta sua grande amiga e compatriota canadiana, e sobretudo grande figura da música popular do continente da américa do norte: joni mitchell.
que, entre outras, escreveu esta belíssima canção sobre a perda:
http://www.youtube.com/watch?v=ZgMEPk6fv pg
don´t it always seem to go
that you don´t know waht you´ve got
till it´s gone
they paved paradise
and put up a parking lot
A ‘Rolling Stone’ elegeu ‘Harvest’ entre os 100 melhores discos de todos os tempos. Eu estou de acordo, claro. Temas como ‘Old Man’, ‘Alabama’, ‘Out on the Weekend’, ‘Harvest’ e este que agora trago confirmam isso. Jamais cansam por mais que se escutem.
‘Oh, oh, Alabama’, que toada inesquecível!
Ah, também gostas…
O meu LP (de vinil) ficou raspado de tantas vezes ser ouvido. 😉
And I’m gettin’ old…
Aren’t we all?
But the desired ‘heart of gold’ can be so easily found… It is the heart of Jesus. 🙂
Também o meu, Zé. Acabei de confessar isso um pouco mais acima.
Boa coincidência, esta.
Ora bem, mais um grande artista.
Sem dúvida um grande álbum em que, na minha opinião, se destacam 3 grandes músicas, Heart of gold, The needle and the damage done e…. WORDS – Between the lines of age, esta última é mesmo uma grande música.
Hawks & doves também não é mau e mais para o fim o rockin’ in the free world (que os mais novos pensam que é dos Pearl Jam)…
Enfim grandes sons.
Grandes sons, sem dúvida.
E fica a promessa: ‘Words’ também passará por cá.