Como se sabe, o transporte de doentes é muitas vezes vertiginoso, o que constitui não só um perigo potencial para os restantes transportes em circulação, mas também para a tensão arterial dos próprios doentes ambulatórios. Recomenda-se, portanto, que a selecção das respectivas viaturas seja feita com muita calma…


Bom… mas se os “agentes” da ASAE, topam que a ambulância não está equipada com ti no nin, manda-lhes uma bordoada…
Saiba que não é bem assim: no caso vertente, o ti-nó-ni é vocal!
Ah, pronto… o meu erro advém do facto de na foto, não ser perceptível se as vacas levam o apito na boca…
Saem aos bois, que costumam ser bons árbitros…
Calma! ‘Devagar se vai ao longe’, sempre ouvi dizer, e parece-me ser essa a filosofia deste transporte de doentes. Por outro lado, também já se fala que este modelo estará à beira de ser implantado por cá, atentos os enormes cortes que vão ser feitos no Serviço Nacional de Saúde.
O novo problema parece ser o facto de já não haver utensílios de corte que cheguem.