O Delito contra o preconceito.


vidabreve,

Angustiado com o alerta do jaa para o preocupante anti-germanismo alimentado de ressentimentos que prolifera entre nós, resolvi ficar atento às suas manifestações durante o fim de semana. Fiquei logo a saber que o nosso blog ainda é um reduto virginal de tolerância ecuménica. Hoje, certamente com intenções profilácticas, o Rui Rocha denunciou a Grécia por fazer um censo dos beneficiários de pensões (de facto, é um comportamento inaceitável), enquanto o Pedro nos revelava a eloquente história da ilha turística (ou seja, de calaceiros) em o Ministério da Saúde grego descobriu e investiga a atribuição de 700 pensões aparentemente fraudulentas: estranho país este, em que o Estado faz alguma coisa para detectar abusos e corrigir os abusos que detecta.

 

Também eu estou chocado — chocado!— com o anti-germanismo que prolifera.

2 comentários em “O Delito contra o preconceito.”

  1. • MUITA ATENÇÃO AOS BANCOS PORTUGUESES : ALARME GERAL
    O seu dinheiro pode estar em sério risco, pois que de fontes seguras dentro do próprio sistema bancário e por fugas de informação, nos dão conta que os bancos portugueses estão com o risco (alguns deles) de encerrarem nos próximos meses. A forma mais segura é transferir os seus depósitos para bancos estrangeiros a operar em Portugal.

    Milhões de euros estão a sair diariamente de Portugal para offshores, a um ritmo nunca antes visto, 9 milhões por dia, o que é um sintoma de que as classes mais abastadas e os ricos acham que já não é seguro ter dinheiro em depósitos em bancos nacionais, pelo que estão a colocar o dinheiro deles a salvo.
    Você pode ser apanhado nesta crise e ficar sem as suas poupanças de um dia para o outro, se nada fizer para se proteger.

    O CAOS APROXIMA-SE A PASSOS LARGOS
    Este contexto, no entanto, presta-se a: explosões sociais, a paralisia política e / ou instabilidade, o retorno à recessão global, o medo sobre os bancos, guerra cambial, o desaparecimento de mais de dez triliões de dólares em activos fantasmas em três meses, com duração generalizada e aumento do desemprego …

    Se você é um accionista ou cliente de um banco que pode entrar em colapso na primeira metade de 2012, há, naturalmente, precauções a tomar.

    Os bancos estão assim a registar quedas acentuadas nos dois lados do Atlântico. O índice europeu Stoxx para a banca está a descer 5,77% para 133,65 pontos, com os 48 membros que o compõem a descer. Só dois bancos não estão a descer, porque não estão a negociar hoje. São o Ernste Bank e o Raiffeisen Bank, ambos austríacos.
    Os restantes membros estão a verificar perdas acentuadas. O que mais cai é o Société Générale, que perde 16,30%, seguido do National Bank of Greece, que cede 15,12%. O italiano Intesa Sanpaolo, o grego Piraeus e o franco-belga Dexia estão a perder mais de 13%.

    A realidade é que os bancos estão descapitalizados, não há dinheiro para emprestar e por isso está em causa a sua própria sobrevivência que no 1º semestre de 2012 provocará a falência dos mais expostos a esta divida.

    Eis apenas algumas noticias mais, dão-nos sinais claro de alarme e preocupação na sociedade portuguesa, como:

    Portugal com «risco elevado» de tensões sociais
    http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/tumultos-tensoes-sociais-oit-emprego-agencia-financeira-confrontos/1294488-1730.html
    Transferências de Portugal para offshores aumentaram 700%
    http://sicnoticias.sapo.pt/economia/article729353.ece
    Risco de bancarrota dos principais bancos dispara
    http://aeiou.expresso.pt/risco-de-bancarrota-dos-principais-bancos-dispara=f684652
    BCP e BES afundam mais de 10% e levam PSI-20 a cair mais de 4%
    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=516305
    Banca mundial afunda com receios de incumprimento da Grécia
    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=516323

    Como referiu um economista junto de uma grande instituição de observação económica, sediada nos EUA:

    “É provável, no primeiro semestre de 2012, uma dizimação dos bancos ocidentais.
    De facto, tratar-se-á de uma tripla dizimação que culminará com o desaparecimento de 10% a 20% dos bancos ocidentais no decorrer do próximo ano:
    – uma dizimação dos seus efectivos de pessoal
    – uma razia nos seus lucros, que actualmente já estão a cair em mais de 80% na maioria deles.
    – e, por fim, uma dizimação do número de bancos”

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