Passado presente (CCCXLII)


Pedro Correia,

 

 

Colecção Histórias (Bertrand + Ibis)

10 comentários em “Passado presente (CCCXLII)”

    1. Esta foi a primeira versão de David Copperfield que li lá pelos oito anos, só pelos onze ou doze viria a pegar no livro completo, aquele calhamaço de centenas e centenas de páginas. Tenho uma ternura muito grande por esta colecção, de que ainda tenho bastantes volumes.

      1. Passaram-me muitos destes livros pelas mãos (David Copperfield, Oliver Twist, Ivanhoe, Rob Roy…) quando era miúdo. Vinham de outros membros da família, mais velhos. Adorava voltar a vê-los. Volta e meio compro um exemplar desta magnífica colecção “para rapazes” (também havia “para raparigas”) num alfarrabista.

        1. Havia também para raparigas, sim, mas eram menos títulos. Eu lia indiscriminadamente todos os que apanhava. Mulherezinhas, Coração, Ben-Hur, Rob Roy, Ivanhoe, A Flecha Negra, Talismã, Contos Fantásticos… tudo! 🙂

          Tal como lia as duas colecções da Portugália Editora, a dos Rapazes e a das Raparigas, em que os livros já não eram condensados.

          E o Guilherme, de Richmal Crompton, nunca leu?

          1. Li tudo isso, Teresa (excepto as ‘Mulherzinhas’…). Gostava muito dessa colecção da Portugália, a que já fiz aqui uma referência. Ainda tenho vários livros dessa colecção – ‘Robinson Crusoe’, ‘Os Três Mosqueteiros’, etc. Também gostava muito das obras do Jack London, editadas pela Civilização (com excelentes capas, muito apelativas). E das aventuras do Arsène Lupin, de Maurice Leblanc, numa inesquecível colecção da Editorial Notícias. Entre tantas outras.

          2. Talvez, compadre. ‘O Príncipe e o Pobre’ foi um dos livros que mais gostei de ler em criança. Desta colecção lembro-me de vários livros do Júlio Verne, designadamente ‘A Volta ao Mundo em 80 Dias’. Verne, Dickens e Walter Scott eram autores aqui muito representados.

  1. Todinhos, estes e mais alguns nas Bibliotecas Intenerantes da Gulbenkian. A ditadura tinha porras! A minha professora primária quase que nos obrigava a frequentar aquelas auto-caravanas, hoje assim chamadas, do Saber.

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