7 comentários em ““Gorduras do Estado” (2)”

  1. Na qualidade de empresário não me revejo nesta corja que deambulea pelo associativismo empresarial.
    O risco é o principio da ética empresarial, quando esse risco é substituido pelo Estado, não há empresários mas sim parasitas.

  2. P. S.: Da mesma forma, se fosse empregado como já fui, não me reveria nesta corja que deambuleia pelos sindicatos.

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