Perguntaram-me ontem se não escrevia sobre elas no blogue, visto eu ser uma mulher. É nestas pequenas subtilezas que se percebe quanto caminho temos de percorrer. Nós, as outras, a espécie exótica, a minoria, o belo sexo, o sexo fraco, a espécie protegida, as mães deles, as que os tentam, as que os salvam, as que não se entendem.
Mas claro que fiquei muito orgulhosa e muito feliz.


Não deveria desprezar a sua condição. Ela é tão bela e valiosa quanto outra de género diferente. A humanidade não contempla género. Por que as mulheres se lhe referem dessa forma tão depreciativa? A nobreza de um sujeito, pese a sua insignificância atómica, não pode reduzir se ao género. E não vão as mulheres arrogar se a igualdade com os homens, nem os homens arrogar se a igualdade com as mulheres. Os territórios a Natureza definiu bem; a nobreza, não. Bem hajam!!
reivamba, não estamos, obviamente, no mesmo comprimento de onda. Por isso nem vou tentar explicar-lhe o que pretendi dizer.
Três referências importantes, Teresa. Ainda bem que as trouxeste aqui. Uma de nós – ou um de nós, porque não? – teria de fazê-lo. Elas são heroínas de uma revolução de costumes feita à maneira feminina: teimosa e persistentemente, mas de forma pacífica.
Ana, espero que tenha sido clara. Não é, não deve ser “uma de nós” a trazê-las aqui, mas “um de nós”. Quando é que as “nossas coisas” deixam de ser só nossas? Quando deixamos de ser o outro? É precisamente este o meu ponto.
Foste claríssima! O meu “porque não?” era para o comentador anterior, não para ti. 🙂
Ok, sister 🙂
😉
E estas senhoras são…?
Leia a etiqueta, sff.