Domingo passado, rés do almoço, calor e entradas. Chegada ao artigo do Nicolas Veron engasguei-me, tive de poisar a malga dos tremoços que estava a monopolizar com pouca vergonha, atirei o jornal ao chão, fui buscar a máquina, cheguei-lhe a dita malga e tirei provisoriamente as minis das legítimas mãos dos outros convivas. Aqui fica o resultado:
[Natureza Morta Com Reclamo Amoral, 2011]


LOLADA!
Ai, P.R., só LOLando, que isto anda tudo doudo!
Com três minis tens a questão da liquidez razoavelmente coberta. Se quiseres confessar alguns pecados, está à vontade.
Agora a sério: é impressionante a falta de noções de ética que se vê em imensa publicidade. Reflexo – e causa – da falta dela na sociedade actual, suponho.
JAA,
Ai, que malandro! Apesar de três minis serem só para aí one pint , eu não as bebi todas. Desta vez. Que a liquidez, quando nasce, é para todos.
Bem, pelo menos a questão da distribuição da riqueza não pesará na consciência. 🙂 Mas olha que minis na natureza morta… 🙂
Mas Ana, às natureza mortas não podem faltar os bebes… e que mais delituoso acompanhamento para tão simpáticas leguminosas?
Um bodégon que ilustra bem estes tempos de moral tão moribunda como a natureza. Belo momento realista, Cláudia, com tremoços e tudo…
Sem tremoços e outras pequenas alegrias os dias não são os mesmos, pois não, Ana?
Pois não. Mas gosto mais dos tremoços do que das pequenas alegrias líquidas da fotografia. Com grande pena minha (porque me parece sempre apetitosa) detesto cerveja.
Bem pensado e bem fotografado, parabéns!
Saúde, Gi!