6 comentários em “As canções do século (645)”

      1. Já viste? Todo esse código se foi por água abaixo e eu na altura achei óptimo. Agora, considero que era uma arte de aproximação exímia, um swing imbatível que exigia ‘carta de condução’. “O slow: seu alfabeto e sua gramática”: hoje em dia isto dava um título de tese de doutoramento, não achas? ;);)

  1. E a seguir ouvia-se a Zézinha Pereira, naquela linda manhã…., depois vinha Oh! Carol, alternando o tipo de música para que se fizesse notar a diferença, qual DJ.
    Isto ouvia-se há muitos anos, mais de 50 ?, na aparelhagem de som do cinema da minha terra algures no Alentejo, a anunciar que iria haver mais uma sessão.
    ” Venham ver A Túnica, filme empolgante com Victor Mature como actor principal….” apregoava o responsável, que para além de anunciar, passava e rebobinava a fita, que depois era metida em caixas metálicas e expedida do dia seguinte pela CP em Tarifa Especial para o distribuidor em Lisboa.
    Enfim, memórias.

    1. Credo, singularis! 50?!! Tenha dó! 😉 Achei graça à do cinema, porque nos anos 70 vi eu muita fita durante as férias num casibeque em Monte Gordo que não tinha telhado… E era mau? Era sim o chamado ovo de colombo, naqueles verões de assar, 36 graus à noite, água do mar a 29′. Nem fiscais de idade mínima havia, uma alegria total!

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