De acordo com o barómetro TSF / Diário Económico, os primeiros 100 dias de governo assinalam uma subida expressiva do PSD e um desastre para o PS e para o CDS. O estado de desgraça do país é o palco de um estado de graça de Passos Coelho que reforça junto dos eleitores o benefício da dívida. Apesar de vários erros de percurso e de já ter sido obrigado a quebrar promessas eleitorais, o Primeiro-Ministro tem conseguido passar a mensagem essencial. É diferente de Sócrates. E isso marca um aspecto fundamental que deve ser considerado pela oposição nos próximos tempos. Não adianta insistir na reabilitação daquele que agora se dedica a cursar filosofia em Paris. A alternativa a Passos Coelho, sempre indispensável em democracia, não pode ser o regresso a Sócrates ou aos seus métodos. Há-de fazer-se por caminho diferente. O caminho que Seguro ainda não encontrou.


Passo a passo, e sem cartola nem manga, o Coelho afirma-se.Não se esconde na toca e toca a vida para a frente.Está seguro e vai formoso.
Não diria tanto, mas a percepção que fica nos eleitores é que vai andando para a frente. Ou os outros para trás, PM.