
A Madeira já não é um jardim, é um queijo suiço. Fazem-se apostas sobre quantos buracos mais serão precisos para a ilha ir ao fundo. Ou para virar fondue.

A Madeira já não é um jardim, é um queijo suiço. Fazem-se apostas sobre quantos buracos mais serão precisos para a ilha ir ao fundo. Ou para virar fondue.
Tenderia a concordar não fosse o epíteto ofensivo para o… queijo, para as vacas (suíças), para as queijeiras (suíças) e para a própria (Suíça).
Se quer comparar a Madeira a um queijo, poderá ser um queijo da ilha todo esburacado pelas… ratazanas.
Rtack! Ratack!
Sobretudo pela ratazana-mor, Zedeportugal. Que já devia ter sido posta a Ratack há muito tempo.
Desculpe?!
Leio, mas não consigo acreditar.
Aproveita o meu comentário para insultar quem nunca a insultou a si?
Há maneiras mais elegantes de pedir a alguém que não comente nos seus posts, não acha?
Mas, descanse que eu percebi bem a mensagem.
Pois olhe, tem mais sorte que eu, que não percebi nada do seu comentário. Em que é que o ofendi???
Ana: escreveste “Sobretudo pela ratazana-mor, Zedeportugal.” Que está a brincar contigo. Temos leitores e comentadores muito espirituosos.
Só pode ser mesmo a brincar. Dirigi-me ao Zedeportugal falando da “ratazana-mor” que é, obviamente, o Alberto João Jardim. Pensei que isto era óbvio.
Ora aqui está um caso de falha comunicacional grave… que é preciso esclarecer.
O meu 1.º comentário ficou, de facto, praticamente incompreensível. Vejamos como deveria ter sido escrito:
Tenderia a concordar não fosse a comparação ofensiva parao epíteto (suíço)
ofensivoe para o… queijo, para as vacas (suíças), para as queijeiras (suíças) e para a própria (Suíça).O que aconteceu para me sair o texto tão mal? Pois… não sei. Um inusitado nível de hipoglicémia? A pressa de sair? (Esclareço que comentei antes de sair para almoçar.)
Depois, quando voltei li a sua resposta sem a vírgula antes do Zedeportugal. Obviamente obnibulado, em pleno período pós-prandial, fiquei em estado de pré-indigestão.
Aqui ficam, para a Ana o meu pedido de desculpas pelos mal entendidos e para o jaa o meu grande bem-haja pela tentativa de arranjar uma justificação elogiosa para a minha trapalhice.
Estarei a ficar velho?
Se está, meu caro, não está mais do que eu. Tudo esclarecido, não se preocupe. E agora vou jantar, antes que o interprete mal também por motivo de fome e cansaço…
Se tudo continuar na mesma progressão chagará o momento em que o buraco será maior que o queijo!
Se ainda houver queijo…
Cumprimentos.
A continuar assim, nem buracos nem queijo. Nem os ratos vão sobrar.
Eu deixei de comentar a situação da Madeira porque não conseguiria evitar usar termos com alguns pontos de contacto fonéticos com fondue.
Pois, lembrei-me deles quando escrevi isto.
A esta comédia chamemos-lhe de : ” A Vingança”
D. Angela bate na malta … e a maralha descarrega no João…
Autoclismo!!!
Não resisto a deixar aqui um daqueles paradoxos que circula ai na internet: Quanto mais queijo, mais buracos; logo quanto mais queijo, menos queijo! Deixa-nos a pensar que às vezes não é mau ser-mos um país pobre. Se a Madeira fosse uma ilha da Alemanha imaginam o tamanho do buraco?