O novo buraco das contas públicas da Madeira teve pelo menos um mérito: ajuda a enterrar de vez as discussões que subsistiam sobre os supostos méritos da criação de regiões administrativas em Portugal.
A vacina
Pedro Correia,
O novo buraco das contas públicas da Madeira teve pelo menos um mérito: ajuda a enterrar de vez as discussões que subsistiam sobre os supostos méritos da criação de regiões administrativas em Portugal.
Infelizmente, Pedro, como todas as vacinas recebidas fora de horas, esta tem um preço bastante elevado. Esperemos pelo menos que os seus efeitos sejam perenes.
Faço naturalmente minhas as suas palavras, caro Luís.
Cheira-me que as doses de rapelle já estavam prescritas, nada a fazer!
Uma dose no mês que vem e outra no mês que se segue, apesar de méritos enterrados!
Hum…
Sim, essa é uma das formas de analisar o despesismo “em legitima defesa” incontrolado das regiões.
Outra é: porquê Leis, destas sucessivas “Assembleias da República”, tão permissivas que não permitiram e “não permitem” (sic), fiscalizar/sancionar eficazmente -sempre óbviamente necessário- os incontrolados despesismos eleitoralista dos políticos no seu (curto) ciclo de sobrevivência política, tanto nas regiões como no continente?. Quem as redigiu e quem as aprovou?
Perguntas pertinentes.
O ideário é bom. Mas, como em tudo, exige contas. Mais um caso de concessão à ‘forma de bolos’ europeia.
Pois é, Laura.
Será, Pedro?
Não há algum excesso de optimismo nessa afirmação?
Espero sinceramente que não, Pedro. Espero que a vacina funcione mesmo.
nem mais, Pedro.
as regiões seriam um hino ao “caciquismo” e à divisão do país.
quando não “chovesse” dinheiro começavam todos com as ameaças de “independência”…
Tal e qual, Luís. Seria a última coisa a fazer-nos falta.