PRAÇA DA FIGUEIRA
«Como Afonso, todo o sofrimento dos animais a consternava. Um dia viera indignada da Praça da Figueira, quase com ideias de vingança, por ter visto nas tendas dos galinheiros aves e coelhos apinhados em cestos, sofrendo durante dias as torturas da imobilidade e a ansiedade da fome.»
Eça de Queiroz, Os Maias
Foto: blogue Quem roubou as tartes?


Ena. Podiam lá ter deixado este edifício.
O Mercado foi demolido em 1949. Era assim no tempo d’«Os Maias».
Pedro, mais uma citação destas e não resisto a reler o livro! 🙂
Então prepara-te: vêm aí mais.
Subscrevo o que diz aqui o José Maria. Esta nova série do Pedro está acirrar-me a vontade de reler pela (5??) vez esse verdadeiro manual de interpretação da “portugalidade”.
Qualquer pretexto é bom para regressar ao Eça, meu caro.
Essa é que é essa!
Loterias, conforme está escrito ou lotarias? Não sei porquê, loterias cheira-me a Brasil.