12 comentários em “Cinquenta bordoadas na língua de Camões (19)”

  1. Ouvida há pouco no lab. de análises clínicas, mas já conhecia: Se interessar:
    – injum – (provavelmente “em jejum”)

    Continue com a pesquisa é uma delícia!
    Cumprimentos.

      1. Olhe deixo-lhe aqui uma bordoada que acabei de ler no Expresso on-line:

        http:/ aeiou.expresso.pt medicamentos-em-falta-nos-hospitais =f674808

        Pelos vistos, por falta de pagamento, há risco de “ruptura de medicamentos”. Deve ser uma vingança das farmacêuticas que vão passar a enviar os fármacos furados…

          1. Essa ainda o é mais Leonor, pelo menos para mim. Só descobri essa rasteira há pouco tempo e tive de fazer mea culpa que também eu incorria nesse erro. A associação ao léxico militar agradava-me nessa palavra. Embora reconheça que o não disparar de uma arma dificilmente desencadeia alguma coisa. Pensando bem, o que acabo de dizer é discutível e até dava (e já deu) tratados de filosofia…

          2. É muito comum, é verdade, também não descobri há muito.
            ‘Embora reconheça que o não disparar de uma arma dificilmente desencadeia alguma coisa.’ Muitos homens de enorme estatura desencadearam movimentos importantes para a Humanidade não disparando armas. Estamos mesmo filosóficos, Hugo 🙂

          3. Se de facto o acto de desarmar uma arma ou granada, retirando-lhe a espoleta, pode desencadear tanta coisa como o armar dessa arma, porque não passamos a aceitar esta dilatação semântica do termo despoletar? Fica a deixa para a reflexão.

  2. Desinxão

    É um vocábulo um pouco descabulado que significa:

    O oposto de tes..

    ” Ambrósio, meu bem, você s’tá com um probleminha de desinxão… se cuide tá”…
    Marilia Fontes ( escritora barsileira

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