No final a gente fará as contas


Sérgio de Almeida Correia,

 

“Nos seis anos em que o PS esteve no Governo, a Administração Central do Estado assistiu a uma redução de mais de 25% no número de dirigentes e a um emagrecimento de 46% na quantidade de serviços públicos. As estatísticas constam de um relatório da UTAO, a unidade que dá apoio técnico aos deputados no Parlamento, e constituiu a primeira avaliação de uma entidade independente aos impactos da reforma do Estado lançada pelo anterior Executivo“

8 comentários em “No final a gente fará as contas”

  1. Caro Sérgio:

    Eu tenho a certeza que hoje não é o dia 1 de Abril, apesar do tempo andar meio marado e poder parecer, mas realmente só acredita em informações destas quem quer. Foram 6 anos de regabofe em que os iluminados dos “boys e girls” socretinos tomaram conta do país a seu belo prazer e enchamearam a administração pública e outras entidades onde na maior parte dos casos ainda se encontram (muitos armados em camaleões, laranjas desde pequeninos). Enfim não atirem com areia para os olhos, daqui a uns tempos ainda vejo alguns fundamentalistas a quererem “canonizar” o pior PM que Portugal infelizmente teve de aturar com responsabilidades no estado actual em que o país está e que na minha modesta opinião deveria já ter sido responsabilizado criminalmente, ele e a sua seita de iluminados da treta.

  2. Mais uma vez, comparem-se as notícias:
    http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/chefias-administracao-central-ministerio-das-financas-ministerio-do-trabalho-agencia-financeira/1269469-4058.html

    A verdadeira redução foi feita até 2007; a partir daí, aumentaram.
    A redução de cargos nas chefias superiores é pequena.
    Há ministérios

  3. (continuando)

    Há ministérios onde não houve redução; bem pelo contrário.

    Continua sem se saber quanto custou ao Estado essa redução. Era para apurar isso que se encomendou o dito relatório à UTAO; mas o anterior governo recusou-se a fornecer tais dados.

  4. Cheira à típica martelada estatística da era de Sócrates.
    Neste caso e vendo uma amostra de evolução da orgânica dos ministérios do governo, passam-se direções-gerais a: agências, empresas, institutos e outras coisas que ficam sobre a tutela dos ministérios de origem e uma autonomia financeira. Depois declara-se que o número de dirigentes na Administração se reduziu… e não se conta os que se criaram no outro lado nem as dívidas destas últimas no tratamento do défice. Espertezas!

  5. Depois de um texto patético temos o fingimento de um argumento. Também Patético.

    Até poderia ter adicionado mais 3000% de dirigentes.Não é esse o ponto.

    O que interessa são os Euros das pessoas gastos.

    O problema é este:
    Dívida Publica em 2004:

    80 mil milhões de Euros

    Junho 2011

    170 mil milhões de Euros

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