“Nos seis anos em que o PS esteve no Governo, a Administração Central do Estado assistiu a uma redução de mais de 25% no número de dirigentes e a um emagrecimento de 46% na quantidade de serviços públicos. As estatísticas constam de um relatório da UTAO, a unidade que dá apoio técnico aos deputados no Parlamento, e constituiu a primeira avaliação de uma entidade independente aos impactos da reforma do Estado lançada pelo anterior Executivo“
No final a gente fará as contas
Sérgio de Almeida Correia,

A parte de ter levado o país à bancarrota é que não correu lá muito bem…
E esta parte final também não correu lá muito bem: 7/que-se-passa-com-divida-publica-alguem.h tml
http://quartarepublica.blogspot.com/2011/0
Caro Sérgio:
Eu tenho a certeza que hoje não é o dia 1 de Abril, apesar do tempo andar meio marado e poder parecer, mas realmente só acredita em informações destas quem quer. Foram 6 anos de regabofe em que os iluminados dos “boys e girls” socretinos tomaram conta do país a seu belo prazer e enchamearam a administração pública e outras entidades onde na maior parte dos casos ainda se encontram (muitos armados em camaleões, laranjas desde pequeninos). Enfim não atirem com areia para os olhos, daqui a uns tempos ainda vejo alguns fundamentalistas a quererem “canonizar” o pior PM que Portugal infelizmente teve de aturar com responsabilidades no estado actual em que o país está e que na minha modesta opinião deveria já ter sido responsabilizado criminalmente, ele e a sua seita de iluminados da treta.
Mais uma vez, comparem-se as notícias: omia/chefias-administracao-central-minis terio-das-financas-ministerio-do-trabalh o-agencia-financeira/1269469-4058.html
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/econ
A verdadeira redução foi feita até 2007; a partir daí, aumentaram.
A redução de cargos nas chefias superiores é pequena.
Há ministérios
(continuando)
Há ministérios onde não houve redução; bem pelo contrário.
Continua sem se saber quanto custou ao Estado essa redução. Era para apurar isso que se encomendou o dito relatório à UTAO; mas o anterior governo recusou-se a fornecer tais dados.
Cheira à típica martelada estatística da era de Sócrates.
Neste caso e vendo uma amostra de evolução da orgânica dos ministérios do governo, passam-se direções-gerais a: agências, empresas, institutos e outras coisas que ficam sobre a tutela dos ministérios de origem e uma autonomia financeira. Depois declara-se que o número de dirigentes na Administração se reduziu… e não se conta os que se criaram no outro lado nem as dívidas destas últimas no tratamento do défice. Espertezas!
Pois eliminou e isso não foi problema. O problema foi ter substituído os eliminados com ampla vantagem.
Depois de um texto patético temos o fingimento de um argumento. Também Patético.
Até poderia ter adicionado mais 3000% de dirigentes.Não é esse o ponto.
O que interessa são os Euros das pessoas gastos.
O problema é este:
Dívida Publica em 2004:
80 mil milhões de Euros
Junho 2011
170 mil milhões de Euros