Inesquecível


Pedro Correia,

 

A propósito da morte de Michael Cacoyannis, aqui fica uma cena memorável do mais célebre filme dele: Zorba, o Grego. Inesquecível.  

 

 

ADENDA:

Trinta e cinco anos depois, Anthony Quinn recria a cena em palco. Na presença do compositor, o grande Mikis Theodorakis. «The music of ‘Zorba’ is a music of life.»

(via Joana Lopes)

12 comentários em “Inesquecível”

  1. Há muitos anos, mais de vinte, o tio de um amigo meu ia todos os domingos ao Stone’s com a senhora com quem tinha a segunda casa (outras vidas, pronto).
    O disc-jockey punha sempre isto para eles. E nem imagina o prazer que era ver aquela casal de 70 anos a dançar isto. Isto e o fandango, aliás (nem imagina o bater de tacões daquela senhora).

    1. Que história bonita, Teresa. Eu adorei este filme, que vi na adolescência, deácada e meia depois da estreia, numa daquelas ‘reprises’ de Verão que havia então em cinemas de bairro. Jamais esquecerei o fabuloso desempenho do Anthony Quinn, que culmina nesta cena.

  2. Inesquecível mesmo! Grande filme, grande música, grandes actores. Aprendi a dançar isto quando era miúda. Dançávamos o Zorba sem nunca parar, num crescendo de velocidade (acompanhando o ritmo da música) até cairmos para o lado, exaustos. Boas lembranças de adolescência. Só muito mais tarde percebi todo o alcance do filme, claro.

  3. Ai… que saudades!
    Vi o filme no cinema e depois na televisão.
    Dancei esta música vezes sem conta.
    Maravilhoso!

  4. Zorba o Grego, foi um dos filmes que marcou quem foi adolescente nos 60’s. Lembro-me que esta musica era obrigatoria em todas as festas de garagem que organizavamos. Ver o Anthony Quinn dançar o Zorba com mais de 80 anos emocionou-me verdadeiramente, quase tanto como nos 60’s quando vi o Zorba no Monumental em 70mm. Era outra maneira de ver cinema, hoje impossivel por não haver aonde.
    P.S. Veio-me agora à memoria, que no intervelo do filme, os espectadores eram convidados para dançar o Zorba no palco do Monumental. Realmente inesquecivel.
    Outra vez obrigado meu caro Pedro Correia, por mais este bocadinho.
    ACS

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